<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811</id><updated>2012-02-16T11:14:18.492-08:00</updated><title type='text'>Macrobiótica</title><subtitle type='html'>A Macrobiótica é muito mais do que uma simples dieta, é uma filosofia e um estilo de vida que tem como objetivo último ajudar a criar seres humanos mais íntegros, saudáveis e responsáveis e consequentemente uma sociedade mais pacífica e espiritualizada.

Postaremos aqui artigos relacionados à Macrobiotica, mesmo que não sejam direta e tradicionalmente ligados à ela.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2410815979280124115</id><published>2010-09-15T09:13:00.000-07:00</published><updated>2010-09-15T09:13:04.017-07:00</updated><title type='text'>Açúcar pode causar efeito semelhante ao da cocaína no cérebro</title><content type='html'>DA "NEW SCIENTIST" &lt;br /&gt;O açúcar pode causar efeito no cérebro semelhante ao da cocaína, segundo estudos recentes realizados nos Estados Unidos. Atualmente, há evidências convincentes de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal --como a maioria de junk food-- podem alterar a química do cérebro, da mesma forma como drogas altamente viciantes, como cocaína e heroína. &lt;br /&gt;A ideia, considerada marginal há apenas cinco anos, está rapidamente se tornando uma visão comum entre pesquisadores em razão de novos estudos. Apesar disso, os mecanismos biológicos que levam ao vício em junk food ainda não foram revelados. &lt;br /&gt;Alguns cientistas dizem que há dados suficientes para justificar a regulação governamental do setor de fast food e as advertências de saúde pública sobre os produtos que têm níveis perigosos de açúcar e gordura. Um advogado de campanha afirmou que pode até haver provas suficientes para organizar uma luta legal contra a indústria do fast food por vender alimentos sabidamente prejudiciais à saúde, ecoando as ações judiciais contra a indústria do tabaco nos anos 1980 e 1990. &lt;br /&gt;"Temos que educar as pessoas sobre como seus cérebros são hipnotizados por gordura, açúcar e sal", disse David Kessler, ex-comissário da FDA (agência reguladora americana de alimentos e medicamentos) e agora diretor do Centro para Ciência no Interesse Público, com sede em Washington DC. Mas será que os doces podem ser tão prejudiciais quanto vício em drogas? &lt;br /&gt;Antes de haver qualquer evidência científica sobre isso, foi a indústria de perda de peso que introduziu a ideia ao público. Por exemplo, no livro "Lick the Sugar Habit", publicado em 1988, a autora Nancy Appleton, autodeclarada viciada em açúcar, ofereceu uma lista de verificação para determinar se os leitores também eram viciados em açúcar. Desde então, o conceito tornou-se banal. &lt;br /&gt;Em 2001, fascinado pelo fenômeno cultural emergente, os neurocientistas Nicole Avena, agora na Universidade da Flórida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia de se ter uma base biológica. Eles começaram a procurar sinais de vício em animais que eram alimentados com junk food. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VÍCIO EM AÇÚCAR &lt;br /&gt;O açúcar é um ingrediente chave na maioria de junk food, por isso eles ofereceram um xarope da substância a ratos, de concentração similar ao do açúcar presente em um refrigerante comum, por cerca de 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outros ratos eram alimentados com água e comida normal. &lt;br /&gt;Depois de apenas um mês nessa dieta, os ratos desenvolveram mudanças de comportamento no cérebro, identificadas por Avena e Hoebel como idênticas às dos animais viciados em morfina. Eles ainda mostraram um comportamento ansioso quando a calda foi removida. &lt;br /&gt;Os pesquisadores notaram que os cérebros dos ratos liberavam o neurotransmissor dopamina cada vez que tomavam a solução de açúcar, mesmo depois de terem bebido por semanas. &lt;br /&gt;A dopamina conduz a busca do prazer --seja comida, drogas ou sexo. É um produto químico do cérebro vital para a aprendizagem, memória e tomada de decisão. "Eu esperava que ela fosse liberada quando eles comessem um alimento novo", afirma Avena, "não com o que eles já estavam habituados. Essa é uma das marcas da dependência de drogas. &lt;br /&gt;A evidência encontrada foi a primeira concreta de uma base biológica para a dependência do açúcar que inspirou uma série de estudos com animais. &lt;br /&gt;Os resultados estão entre as novidades mais interessantes em pesquisas de obesidade dos últimos 20 anos, de acordo com Mark Gold, autoridade internacional em estudos sobre alcoolismo e chefe do departamento de psiquiatria da Univercidade de Medicina da Flórida. &lt;br /&gt;Desde o estudo de Avena e Hoebel, dezenas de outras pesquisas em animais confirmaram os resultados. Mas foram os recentes estudos em humanos os responsáveis pelas evidências em favor da rotulagem de junk food como um vício. &lt;br /&gt;CÉREBRO VICIADOS &lt;br /&gt;O vício é comumente descrito como um entorpecente dos circuitos de recompensa desencadeado pelo uso excessivo de alguma droga. Isto é exatamente o que acontece no cérebro de indivíduos obesos, segundo Gene-Jack Wang, presidente do departamento médico do US Department of Energy's Brookhaven National Laboratory, em Upton, Nova York. Em outro estudo publicado em 2001 no periódico "The Lancet", ele descobriu uma deficiência de dopamina no estriado do cérebro de indivíduos obesos que era praticamente idêntico ao dos dependentes de drogas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/798195-acucar-pode-causar-efeito-semelhante-ao-da-cocaina-no-cerebro.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2410815979280124115?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2410815979280124115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/09/acucar-pode-causar-efeito-semelhante-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2410815979280124115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2410815979280124115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/09/acucar-pode-causar-efeito-semelhante-ao.html' title='Açúcar pode causar efeito semelhante ao da cocaína no cérebro'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-1336750080061664492</id><published>2010-07-16T21:50:00.001-07:00</published><updated>2010-07-16T21:50:09.348-07:00</updated><title type='text'>Os domingos precisam de feriados</title><content type='html'>Rabino Nilton Bonder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda sexta-feira à noite começa o Shabat para a tradição judaica. Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino no sétimo dia da Criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o tempo de "pausa" é preenchido por diversão e alienação. Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações "para não nos ocuparmos". A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A Internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o Domingo de um feriado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos namorados querem "ficar", trocando o "ser" pelo "estar". Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI um dia seremos nossos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é "o que vamos fazer hoje?" já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de Domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande "radical livre" que envelhece nossa alegria o sonho de fazer do tempo uma mercadoria.&lt;br /&gt;Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada, seja dá-lo como concluído.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-1336750080061664492?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/1336750080061664492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/07/os-domingos-precisam-de-feriados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1336750080061664492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1336750080061664492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/07/os-domingos-precisam-de-feriados.html' title='Os domingos precisam de feriados'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3291348125881332967</id><published>2010-07-16T20:07:00.000-07:00</published><updated>2010-07-16T20:07:30.834-07:00</updated><title type='text'>Açúcar e Câncer</title><content type='html'>Açúcar e câncer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18/8/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP – A ingestão demasiada de açúcar pode estimular o desenvolvimento de tumores? Um estudo que será publicado esta semana no site da revista Proceedings of the National Academy of Sciences destaca a muito discutida mas pouco compreendida relação entre glicose e câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também tem implicações importantes para outras doenças, como o diabetes. “Sabemos desde 1923 que células tumorais usam muito mais glicose do que células normais. Nossa pesquisa ajuda a tentar entender como esse processo ocorre e como pode ser interrompido de modo a tentar controlar o crescimento dos tumores”, disse Donald Ayer, professor do Instituto de Câncer Huntsman da Universidade de Utah e um dos autores do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o crescimento de células normais ou cancerosas ocorre um processo no nível celular que envolve tanto a glicose (açúcar) como a glutamina (aminoácido). Esses dois são essenciais para o crescimento celular e acreditava-se que funcionassem de modo independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo estudo mostra que glicose e glutamina são interdependentes. Os pesquisadores descobriram tal relação ao observar que, ao restringir a disponibilidade de glutamina, a utilização de glicose também era interrompida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em resumo, se não temos glutamina a célula entra em uma espécie de curto-circuito por causa da falta de glicose. Isso, por sua vez, suspende o crescimento das células tumorais”, disse Ayer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho do pesquisador e de seus colegas focou em uma proteína chamada mondoA, responsável por ligar e desligar genes. Na presença da glutamina, a proteína bloqueia a expressão de um gene conhecido como TXNIP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que o TXNIP seja supressor de tumores, mas, quando é bloqueado pela mondoA, ele faz com que as células passem a ingerir glicose, o que, por sua vez, estimula o crescimento de tumores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ayer, a próxima etapa da pesquisa enfocará o desenvolvimento de modelos animais para testar como o controle da mondoA e da TXNIP pode ajudar no controle do desenvolvimento do câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo Glutamine-dependent anapleurosis dictates glucose uptake and cell growth by regulating mondoA transcriptional activity, de Donald Ayer e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.agencia.fapesp.br/materia/10931/divulgacao-cientifica/acucar-e-cancer.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3291348125881332967?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3291348125881332967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/07/acucar-e-cancer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3291348125881332967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3291348125881332967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/07/acucar-e-cancer.html' title='Açúcar e Câncer'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-144503862629908278</id><published>2010-06-21T18:22:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T18:22:26.715-07:00</updated><title type='text'>Quase metade dos adultos tem excesso de peso</title><content type='html'>21/06/2010 - 16h10&lt;br /&gt;Do UOL Ciência e Saúde&lt;br /&gt;O brasileiro ficou mais gordo nos últimos anos. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que 46,6% da população está com excesso de peso e 13,9% são obesos. Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.&lt;br /&gt;Proporção de excesso de peso por capital (%)&lt;br /&gt;Rio Branco  52,2&lt;br /&gt;Campo Grande  50,8&lt;br /&gt;São Paulo  50,5&lt;br /&gt;Rio de Janeiro  50,4&lt;br /&gt;Boa Vista  49,1&lt;br /&gt;Porto Velho  48,8&lt;br /&gt;Aracaju  47,4&lt;br /&gt;Fortaleza  47,0&lt;br /&gt;Cuiabá          46,7&lt;br /&gt;Vitória  46,3&lt;br /&gt;Porto Alegre  46,1&lt;br /&gt;Goiânia  45,8&lt;br /&gt;Manaus          45,6&lt;br /&gt;Recife   45,6&lt;br /&gt;Curitiba  45,5&lt;br /&gt;Natal          45,5&lt;br /&gt;Salvador  45,3&lt;br /&gt;Florianópolis  45,0&lt;br /&gt;Belém          44,2&lt;br /&gt;Macapá          43,5&lt;br /&gt;João Pessoa  42,9&lt;br /&gt;Maceió          41,5&lt;br /&gt;São Luís  40,3&lt;br /&gt;Belo Horizonte  39,9&lt;br /&gt;Teresina  39,4&lt;br /&gt;Palmas    37,7&lt;br /&gt;Distr. Federal  36,2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Fonte: Dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens são mais gordos, 51% contra 42,3% das mulheres, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sedentarismo e padrões alimentares inadequados são apontados como causa do excesso de peso dos brasileiros. Apesar disto, a obesidade é vista como uma tendência mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os homens, o ganho de peso é mais comum a partir dos 35 anos e chega a 59,6% de homens de 55 a 64 com sobrepeso. Na população feminina, o índice mais que dobra na faixa etária dos 45 aos 54 anos (52,9%) em relação a 18-24 anos (24,9%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 a 24 anos (7,7%) para 55 a 64 anos (19,9%). Quando se levam em consideração só as mulheres, o índice aumenta mais de três vezes na comparação das duas faixas etárias: de 6,2% para 21,3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças&lt;br /&gt;O excesso de peso aliado ao sedentarismo e à má alimentação contribui para o aparecimento de doenças crônicas. De acordo com o estudo, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebidas e cigarro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também revelou que, de 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%, segundo o Ministério da Saúde. O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela primeira vez, a Vigitel aferiu a frequência de fumantes passivos na população. O levantamento aponta que 13,3% dos brasileiros não-fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa. Além disso, 12,8% das pessoas que não fumam convivem com ao menos um colega que fuma no local de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. O Ministério considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-144503862629908278?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/144503862629908278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/quase-metade-dos-adultos-tem-excesso-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/144503862629908278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/144503862629908278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/quase-metade-dos-adultos-tem-excesso-de.html' title='Quase metade dos adultos tem excesso de peso'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2717601139933925976</id><published>2010-06-21T08:24:00.000-07:00</published><updated>2010-06-21T08:24:08.177-07:00</updated><title type='text'>SOJA – A História Não É Bem Assim</title><content type='html'>Excelente artigo escrito pelo médico Alexandre Feldman, após extensa pesquisa a respeito da soja e seus derivados, ingrediente amado por uns e odiado por outros. Consumido largamente nos dias de hoje nas formas mais variadas e perigosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia existe uma verdadeira febre de consumo de soja. Propagada como um alimento rico em proteínas, baixo em calorias, carboidratos e gorduras, sem colesterol, rico em vitaminas, de fácil digestão, um ingrediente saboroso e versátil na culinária, a soja, na verdade é mais um “conto do vigário” do qual a maioria é vítima.&lt;br /&gt;É bem verdade que a soja vem da Ásia, mais especificamente da China. Porém, os chineses só consumiam produtos FERMENTADOS de soja, como o shoyu e o missô.&lt;br /&gt;Por volta do século 2 A.C., os chineses descobriram um modo de cozinhar os grãos de soja, transfomá-los em um purê e precipitá-lo através de sais de magnésio e cálcio, formando o assim chamado “queijo de soja” ou tofu. O uso destes alimentos derivados de soja se espalhou pelo oriente, especialmente no Japão. O uso de “queijo de soja” como fonte de proteí¬na data do século 8 da era cristã (Katz, Solomon H: “Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems”, Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987 pág. 50).&lt;br /&gt;Não é à toa que os antigos chineses não se alimentavam do grão de soja. Hoje a ciência sabe que ela contém uma série de substâncias que podem ser prejudiciais à saúde, e que recebem o nome de antinutrientes.&lt;br /&gt;Um destes antinutrientes é um inibidor da enzima tripsina, produzida pelo pâncreas e necessária à boa digestão de proteínas. Os inibidores da tripsina não são neutralizados pelo cozimento. Com a redução da digestão das proteínas, o caminho fica aberto para uma série de deficiências na captação de aminoácidos pelo organismo. Animais de laboratório desenvolvem aumento no tamanho do pâncreas e até câncer nessa glândula, quando em dietas ricas submetidos a inibidores da enzima tripsina.&lt;br /&gt;Uma pessoa que não absorve corretamente os aminoácidos, tem o seu crescimento e desenvolvimento prejudicado. Você já notou que os japoneses são, normalmente, mais baixinhos? Já os descendentes que vivem em outros paí¬ses e adotam as dietas desses países, costumam ter uma estatura maior que a média no Japão. (Wills MR et al: Phytic Acid and Nutritional Rickets in Immigrants. The Lancet, 8 de abril de 1972, páginas 771-773).&lt;br /&gt;O efeito inibitório da absorção de aminoácidos pode comprometer a fabricação de inúmeras substâncias formadas a partir dos mesmos, entre os quais, os neurotransmissores. A enxaqueca, a cefaléia em salvas, a cefaléia do tipo tensional, e outras dores de cabeça, além de depressão, ansiedade, pânico e fibromialgia, são causadas por um desequilíbrio dos neurotransmissores. Qualquer fator que prejudique a sua fabricação, pode aumentar ou perpetuar esse desequilíbrio.&lt;br /&gt;A soja contém também uma substância chamada hemaglutinina, que pode aumentar a viscosidade do sangue e facilitar a sua coagulação. Portadores de enxaqueca já sofrem de um aumento na tendência de coagulação do sangue e uma propensão maior a acidentes vasculares. A pior coisa para esses indivíduos é ingerir substâncias que agravam essa tendência.&lt;br /&gt;Tanto a tripsina, quanto a hemaglutinina e os fitatos, que mencionaremos a seguir, são neutralizados totalmente pelo processo de fermentação natural da soja na fabricação de shoyu e missô, e parcialmente durante a fabricação de tofu.&lt;br /&gt;Os fitatos, ou ácido fítico, são substâncias presentes não apenas na soja, mas em todas as sementes, e que bloqueiam a absorção de uma série de substâncias essenciais ao organismo, como o cálcio (osteoporose), ferro (anemia), magnésio (dor crônica) e zinco (inteligência).&lt;br /&gt;Você não sabia de nada disso?&lt;br /&gt;Mas a ciência já sabe, estuda esse fenômeno extensamente e não tem dúvidas a respeito. Já comprovou este fato em estudos realizados em países subdesenvolvividos cuja dieta é baseada largamente em grãos. (Van-Rensburg et al: Nutritional status of African populations predisposed to esophageal cancer, Nutr Cancer, volume 4, páginas. 206-216; Moser PB et al: Copper, iron, zinc and selenium dietary intake and status of Nepalese lactating women and their breast-fed infants, Am J Clin Nutr, volume 47, páginas 729-734; Harland BF, et al: Nutritional status and phytate: zinc and phytate X calcium: zinc dietary molar ratios of lacto-ovo-vegetarian Trappist monks: 10 years later. J Am Diet Assoc., volume 88, páginas 1562-1566).&lt;br /&gt;Claro que a divulgação desse conhecimento não é do interesse de toda uma indústria multibilionária da soja. A soja contém mais fitato que qualquer outro grão ou cereal. (El Tiney AH: Proximate Composition and Mineral and Phytate Contents of Legumes Grown in Sudan”, Journal of Food Composition and Analysis, v. 2, 1989, pp. 67-78).&lt;br /&gt;Para os demais cereais e grãos (arroz integral, feijão, trigo, cevada, aveia, centeio etc), é possível reduzir bastante e neutralizar em grande parte o conteúdo de fitatos, através de cuidados simples, como deixá-los de molho por várias horas e, em seguida, submeter a um cozimento lento e prolongado. (Ologhobo AD et al: Distribution of phosphorus and phytate in some Nigerian varieties of legumes and some effects of processing. J Food Sci volume 49 número 1, páginas 199-201).&lt;br /&gt;Já os fitatos da soja não são reduzidos por essas técnicas simples, requerendo para isso um processo bem longo (muitos meses, no mínimo) de fermentação. O tofu, que passa por um processo de precipitação, não tem os seus fitatos totalmente neutralizados.&lt;br /&gt;Interessantemente, se produtos como o tofu forem consumidos com carne, ocorre uma redução dos efeitos inibidores dos fitatos. (Sandstrom B et al: Effect of protein level and protein source on zinc absorption in humans. J Nutr volume 119 número 1, páginas 48-53; Tait S et al, The availability of minerals in food, with particular reference to iron J R Soc Health, volume 103 número 2, páginas 74-77).&lt;br /&gt;Mas geralmente, os maiores consumidores de tofu são vegetarianos que pretendem consumi-lo em lugar da carne!&lt;br /&gt;O resultado?&lt;br /&gt;Deficiências nutricionais que podem levar a doenças como dores crônicas, como dor de cabeça e fibromialgia. O zinco e o magnésio são necessários para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. O zinco, em particular, está envolvido na produção de colágeno, na fabricação de proteí¬nas e no controle dos níveis de açúcar no sangue, além de ser um componente de várias enzimas e ser essencial para o nosso sistema de defesas. Os fitatos da soja prejudicam a abosrção do zinco mais do que qualquer outra substância. (Leviton, Richard: Tofu, Tempeh, Miso and Other Soyfoods: The “Food of the Future” – How to Enjoy Its Spectacular Health Benefits, Keats Publishing Inc, New Canaan, CT, 1982, páginas 14-15).&lt;br /&gt;Por conta da tradição oriental, indústria da soja conseguiu inseri-la num patamar de “alimento saudável”, sem colesterol e vem desenvolvendo um mercado consumidor cada vez mais vegetariano. Infelizmente, ouvimos médicos e nutricionistas desinformados, ou melhor, mal informados por publicações pseudo-cientí¬ficas patrocinadas e divulgadas pela indústria da soja, fornecendo conselhos, em programas de TV em rede nacional, no sentido de consumi-la na forma de leite de soja (até para bebês!!), carne de soja, iogurte de soja, farinha de soja, sorvete de soja, queijo de soja, óleo de soja, lecitina de soja, proteína texturizada de soja, e a maior sensação do momento, comprimidos de isoflavonas de soja, sobre a qual comentarei mais adiante neste livro. A divulgação, na grande mídia, destes produtos de paladar no mínimo duvidoso, como sendo saudáveis, tem resultado em uma aceitação cada vez maior dos mesmos por parte da população.&lt;br /&gt;Que prejuízo! (Não para a indústria, é claro).&lt;br /&gt;Sabe como se faz leite de soja?&lt;br /&gt;Primeiro, deixa-se de molho os grãos em uma solução alcalina, de modo a tentar neutralizar ao máximo (mas não totalmente) os inibidores da tripsina. Depois, essa pasta passa por um aquecimento a mais de 100 graus, sob pressão. Esse processo neutraliza grande parte (mas não a totalidade) dos antinutrientes, mas em troca, danifica a estrutura das proteínas, tornando-as desnaturadas, de difícil digestão. (Wallace GM: Studies on the Processing and Properties of Soymilk. J Sci Fd Agric volume 22, páginas 526-535). Além disso, os fitatos remanescentes são suficientes para impedir a absorção de nutrientes essenciais.&lt;br /&gt;A propósito, aquela tal solução alcalina onde a soja fica de molho é à base de n-hexano, nada mais que um solvente derivado do petróleo, cujos traços ainda podem ser encontrados no produto final, que vai para a sua mesa, e que pode gerar o aparecimento de outras substâncias cancerígenas. Este n-hexano reduz, também, a concentração de um aminoácido importante, a cistina. (Berk Z: Technology of production of edible flours and protein products from soybeans. FAO Agricultural Services Bulletin 97, Organização de Agricultura e Alimentos das Nações Unidas, página 85, 1992). Felizmente, a cistina se encontra abundante na carne, ovos e iogurte integral – alimentos estes normalmente evitados pelos consumidores de leite de soja.&lt;br /&gt;Mas como? A soja não é saudável? Não é isso que dizem os médicos e nutricionistas?&lt;br /&gt;Infelizmente, a culpa não é deles, e sim do jogo de desinformação que interessa à toda a indústria alimentícia. A alimentação, assim como a saúde, é um grande negócio. Dois terços de todos os alimentos processados industrialmente, contém algum derivado da soja em sua composição. É só conferir os rótulos. A lecitina de soja atua como emulsificante. A farinha de soja aumenta a “vida de prateleira” de uma série de produtos. O óleo de soja é usado amplamente pela indústria de alimentos. A indústria da soja é enorme e poderosa.&lt;br /&gt;E como se fabrica a proteína de soja?&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, retira-se da soja moída o seu óleo e o seu carboidrato, através de solventes químicos e alta temperatura. Em seguida, mistura-se uma solução alcalina para separar as fibras. Logo após, submete-se a um processo de precipitação e separação utilizando um banho ácido. Por último, vem um processo de neutralização através de uma solução alcalina. Segue-se uma secagem a altas temperaturas e à redução do produto a um pó. Este produto, altamente manipulado, possui seu valor nutricional totalmente comprometido. As vitaminas se vão, mas os inibidores da tripsina permanecem, firmes e fortes! (Rackis JJ et al: The USDA trypsin inhibitor study. I. Background, objectives and procedural details. Qual Plant Foods Hum Nutr, volume 35, pág. 232).&lt;br /&gt;Não existe nenhuma lei no mundo que obrigue os alimentos à base de soja a exibirem, nos rótulos, a quantidade de inibidores da tripsina. Também não existe nenhuma lei padronizando as quantidades máximas deste produto. Que conveniente!&lt;br /&gt;O povo… coitado… só foi “treinado” para ficar de olho na quantidade de coleterol – esta sim, presente em todos os rótulos. Uma substância natural e vital para o crescimento, desenvolvimento e bom funcionamento do cérebro e do organismo como um todo.&lt;br /&gt;O povo nunca ouviu falar nos antinutrientes e inibidores da tripsina dos alimentos de soja.&lt;br /&gt;A proteína texturizada de soja (proteína texturizada vegetal, carne de soja) possui um agravante: a adição de glutamato monossódico, no intuito de neutralizar o sabor de grão e criar um sabor de carne.&lt;br /&gt;Alguns pesquisadores acreditam que o grande aumento das taxas de câncer de pâncreas e fígado, na África, se deve à introdução de produtos de soja naquela região. (Katz SH: Food and Biocultural Evolution: A Model for the Investigation of Modern Nutritional Problems. Nutritional Anthropology, Alan R. Liss Inc., 1987 pág. 50).&lt;br /&gt;A minha dica: Quando consumir soja, utilize apenas os derivados altamente fermentados, como o missô e o shoyu. Mesmo assim, muita atenção para os rótulos. Compre apenas se neles estiver escrito “Fermentação Natural”, e se NÃO contiverem produtos como glutamato monossódico e outros ingredientes artificiais. Quando consumir tofu, certifique-se de lavá-lo com água corrente, pois grande quantidade dos antinutrientes ficam no seu soro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2717601139933925976?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2717601139933925976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/soja-historia-nao-e-bem-assim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2717601139933925976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2717601139933925976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/soja-historia-nao-e-bem-assim.html' title='SOJA – A História Não É Bem Assim'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-7006443230901304043</id><published>2010-06-21T08:16:00.001-07:00</published><updated>2010-06-21T08:16:25.463-07:00</updated><title type='text'>A Convergência da Soja</title><content type='html'>por  Dr José Carlos B Peixoto, médico*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            Até os idos dos anos 70, acreditem: a soja era pouco conhecida no Brasil. A introdução deste exótico feijão em nosso país pode ter sido por volta do final do século XIX. &lt;br /&gt;            O que o marketing conseguiu fazer deste produto - a melhor coisa que a indústria alimentar jamais poderia ter produzido, é espetacular. Fez  um vegetal impróprio para a alimentação humana até meados do século passado se tornar a síntese da comida saudável, sendo adicionado a praticamente tudo que se come no mundo ocidental. Um fenômeno, sem dúvida. &lt;br /&gt;            Antes da soja ser a dominância  absoluta da paisagem agrícola de grande parte do solo produtivo do sul do Brasil, o produtor rural poderia produzir quase tudo o que comia. Era muito simples, poderia produzir alimentos que iriam do campo para a mesa ou para os mercados das cidades próximas. Como se sabe a  soja não sai do campo para a mesa. Precisa ir para a indústria de transformação, produção alimentícia, rede de distribuidores intermediários e pontos de venda. O plantador fornece um poderoso insumo de uma gigantesca máquina mercantil, e só come seu produto após chegar ao supermercado. Super vantajoso... para o setor secundário e terciário, evidentemente. &lt;br /&gt;            Para validar este formidável transformação ecológica foi criado um dos maiores mitos da saúde aplicada à alimentação. Isto validou uma corrupção no senso comum atual, que foi construída perversamente em cima de meias verdades, pesquisas incompletas, sofismas históricos, coaptação de um idealismo new age (naturalismo dogmático, purismo vegetariano etc...) e milhões de dólares em propaganda.&lt;br /&gt;            Tudo começa quando se estuda a história da soja do Oriente. Era um dos cinco grãos sagrados, mas não para comer, mas sim para fixar nitrogênio no solo para favorecer o plantios dos grãos comestíveis. Só se transformou em algo comestível a partir das descobertas das técnicas de fermentação com sulfato de cálcio ou magnésio (por volta de 200 AC), quando surgiu o misso e o tofu, sempre comidos com proteínas animais, já que só assim este novo alimento seria seguro. A proteína isolada de soja jamais foi conhecido na tradicional comida oriental pelo singelo fato de só ser possível sua existência após as técnicas industriais do século XX no ocidente. Assim a famosa carne de soja é um brinde tecnológico  que nunca foi a base alimentar oriental. Alias no Japão e China a média do consumo de soja não passa de duas colheres de chá por dia (consumida nos complementos alimentares). O consumo de soja majoritário só ocorria em monastérios de monges celibatários vegetarianos, visto que ela é um excelente supressor da libido. &lt;br /&gt;            Sally Fallon e Mary Enig, excepcionais estudiosas da área da nutrição que chegaram a impressionantes resultados em pesquisas a  respeito das tradições alimentares, fizeram um incrível relato de suas pesquisas  sobre a soja. Alguns dados são assustadores: a alimentação baseada em soja para crianças afeta de modo dramático as taxas de hormônios femininos, na forma de fitoestrogênios, que chega a ser 22.000 vezes maiores que as normais (em meninos e meninas, sendo comparado a ingestão de cinco pílulas anticonceptivas por dia). Mães vegetarianas usuárias deste tipo de alimento afetam sua prole de modo similar ao terrível dietilbestrol dos anos 50. &lt;br /&gt;            O fitohormonio isoflavona está longe de ser saudável. Os antinutrientes da soja são perigosos em vários aspectos para ossos, tireóide, sistema cardio vascular, e sistema imuno-endócrino. E possivelmente seja um incrementador de vários tipos de câncer, (mama,  entre outros).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;            A convergência da soja está a serviço de um interesse óbvio para qualquer observador da área econômica. Centralizar o máximo possível a indústria alimentar em único produto chave, e este produto ser de propriedade de poucos - haveria melhor negócio? Atualmente a soja transgênica é posse de duas empresas apenas. É tão poderosa esta engrenagem, que o governo brasileiro legalizou a produção obtida a partir de sementes vindas do comércio ilegal. (Imagine se pessoas comuns resolvessem se beneficiar de frutos de comércio ilegal?)&lt;br /&gt;            A busca pela saúde passa naturalmente pela questão alimentar, no entanto não devemos esquecer uma máxima de economia básica: não há negócio mais garantido do que vender alimentos, já que todos precisamos comer. Infelizmente estamos numa fase de tremendo obscurantismo no conhecimento do que realmente é saudável para comermos, visto que a confusão tem sido a estratégia assumida por este setor produtivo. &lt;br /&gt;            Conhecer as tradições alimentares, principalmente pelos povos que estavam verdadeiramente integrados aos seus ambientes ecológicos pode ser o óbvio ponto de partida para não cairmos em verdadeiros contos do vigário como aquela propaganda super mal intencionada dos óleos vegetais: "este produto não contém colesterol". Enquanto o lucro for mais importante que a verdade, dificilmente a saúde será o comum no dia a dia em nossa sociedade. &lt;br /&gt;__________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(Baseado no artigo "Newest research on why you should avoid soy" por Sally Fallon e Mary Enig, Nexus Magazine, vol 7, (April-May 2000), disponível no site http://www.mercola.com/article/ soy/avoid_soy.htm)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* &lt;swjcbp@portoweb.com.br&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Israel também acha que Soja não é um bom alimento&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde de Israel passou a recomendar que a soja e seus produtos sejam consumidos com moderação, e que as fórmulas para mamadeira contendo soja sejam completamente evitadas. Há centenas de estuos ligando a soja a problemas como câncer, transtornos digestivos, doenças da tireóide, transtorno do déficit de atenção (ADD, em inglês), deterioração mental e transtornos reprodutivos.&lt;br /&gt;A decisão israelita foi baseada nas conclusões de um comitê formado por oncologistas, pediatras, nutricionistas e outros especialistas. O comitê concluiu que:&lt;br /&gt;• Os indícios de que a soja alivia os sintomas da menopausa são inconsistentes; &lt;br /&gt;• Os fitoestrógenos da soja aumentam os riscos de câncer de mama; e &lt;br /&gt;• Os fitoestrógenos da soja podem também reduzir a fertilidade masculina. &lt;br /&gt;As medidas adotadas pelo Ministério da Saúde de Israel estão de acordo com as recomendações das autoridades de saúde do Reino Unido e da Associação Dietética Britânica. Segundo o Dr. Joseph Mercola, produtos fermentados de soja podem continuar sendo usados por aquelas pessoas que se beneficiam com isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-7006443230901304043?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/7006443230901304043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/convergencia-da-soja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7006443230901304043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7006443230901304043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/convergencia-da-soja.html' title='A Convergência da Soja'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-1687008450734871183</id><published>2010-06-09T09:44:00.000-07:00</published><updated>2010-06-09T09:44:15.293-07:00</updated><title type='text'>Câncer matará 13,2 milhões por ano até 2030, diz ONU</title><content type='html'>01 de junho de 2010 | 19h 51&lt;br /&gt;REUTERS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 2030, o câncer deve matar mais de 13,2 milhões de pessoas por ano, quase o dobro do número de vítimas da doença em 2008, disse a Agência Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (AIPC, um órgão da ONU) nesta terça-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também em 2030, a previsão é de que quase 21,4 milhões de novos casos sejam diagnosticados por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lançar um novo atlas da incidência global do câncer em 2008, último ano com dados disponíveis, a agência disse que o ônus do tratamento está cada vez mais passando dos países ricos para os pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O câncer não é raro em lugar nenhum do mundo, nem confinado a países de altos recursos", disse a AIPC em nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, houve 12,7 milhões de novos casos de câncer, e 7,6 milhões de mortes. Cerca de 56 por cento dos novos casos e 63 por cento das mortes foram nos países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele ano, os tipos mais comuns de câncer foram de pulmão (1,61 milhão de casos), mama (1,38 milhão) e colorretal (1,23 milhão). Os mais letais foram os de pulmão (1,38 milhão de mortes), estômago (740 mil) e fígado (690 mil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Reportagem de Kate Kelland)&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cancer-matara-132-milhoes-por-ano-ate-2030-diz-onu,560141,0.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.iarc.fr/en/media-centre/iarcnews/2010/globocan2008.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-1687008450734871183?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/1687008450734871183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/cancer-matara-132-milhoes-por-ano-ate.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1687008450734871183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1687008450734871183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/06/cancer-matara-132-milhoes-por-ano-ate.html' title='Câncer matará 13,2 milhões por ano até 2030, diz ONU'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-4576082493570171825</id><published>2010-05-31T10:54:00.001-07:00</published><updated>2010-05-31T10:54:50.334-07:00</updated><title type='text'>Brasil é destino de agrotóxicos banidos no exterior</title><content type='html'>30 de maio de 2010 | 7h 51&lt;br /&gt;AE - Agência Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai. A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se avançou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t. "Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam", resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto para importação de agrotóxicos sob suspeita. O limite seria criado segundo a média de consumo dos últimos anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-destino-de-agrotoxicos-banidos-no-exterior,558953,0.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-4576082493570171825?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/4576082493570171825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/05/brasil-e-destino-de-agrotoxicos-banidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4576082493570171825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4576082493570171825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/05/brasil-e-destino-de-agrotoxicos-banidos.html' title='Brasil é destino de agrotóxicos banidos no exterior'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-5019427983494474964</id><published>2010-04-14T19:41:00.001-07:00</published><updated>2010-04-14T19:41:44.554-07:00</updated><title type='text'>Tendência à obesidade costuma ser definida antes dos 2 anos</title><content type='html'>Metade das crianças estudadas já eram obesas aos dois anos&lt;br /&gt;Uma pesquisa americana indica que a tendência à obesidade é definida antes dos dois anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo com mais de cem crianças e adolescentes obesos, publicado na revista médica Clinical Pediatrics, descobriu que mais da metade deles já estava acima do peso antes dos dois anos. Antes dos cinco anos, 90% deles já demonstravam sinais de obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um quarto deles já estava acima do peso aos cinco meses de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de as razões para o ganho de peso excessivo na infância e adolescência ainda não serem conhecidas, os pesquisadores dizem que alguns fatores que contribuem para isso são uma dieta inadequada, a introdução de alimentos a bebês muito cedo e a falta de exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hábitos alimentares&lt;br /&gt;Os cientistas também dizem que as preferências alimentares já podem estar definidas entes dos dois anos de idade e que pode ser difícil modificar os hábitos das crianças mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o coordenador do estudo, John Harrington, da Eastern Virginia Medical School, os resultados devem chamar a atenção dos médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Frequentemente, os médicos esperam que haja complicações médicas antes de começar o tratamento”, diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Fazer com que pais e crianças mudem hábitos arraigados é um desafio monumental, repleto de decepções. O estudo indica que pode ser necessário discutir ganho de peso inapropriado no início da infância para que haja uma redução significativa na atual tendência de obesidade.”&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/02/100213_obesidadeinfantil_is.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-5019427983494474964?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/5019427983494474964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/tendencia-obesidade-costuma-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5019427983494474964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5019427983494474964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/tendencia-obesidade-costuma-ser.html' title='Tendência à obesidade costuma ser definida antes dos 2 anos'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-746885632411150145</id><published>2010-04-14T19:40:00.001-07:00</published><updated>2010-04-14T19:40:18.218-07:00</updated><title type='text'>Menino obeso de 5 anos retrata geração que 'pode morrer antes dos pais'</title><content type='html'>Leon, de 5 anos, pesa 65,9 kg (Foto: BBC)&lt;br /&gt;A luta de um menino de 5 anos contra a obesidade mórbida foi o destaque de um documentário da BBC sobre uma epidemia de males infantis que poderiam ser evitados e que, segundo médicos, podem levar integrantes da atual geração de crianças britânicas a morrer antes de seus pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leon, de 65,9 quilos, é uma das 200 mil crianças atendidas anualmente no maior hospital infantil da Europa, o Alder Hey, de Liverpool, na Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa Panorama, exibido na terça-feira pela BBC e assistido por 3,6 milhões de espectadores, mostrou parte da rotina do menino em casa, onde vive com a mãe e a avó. Para ir e voltar da escola, ele é transportado em uma cadeira de rodas, por não ter disposição para caminhar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa também "flagrou" Leon comendo bolo de chocolate e um prato de cereal com leite e frutas na frente da televisão, minutos antes de jantar, apesar das recomendações do pediatra quanto à sua dieta e atividades físicas.&lt;br /&gt;Em entrevista ao repórter da BBC, a mãe do menino disse que ele mantém uma alimentação saudável e está praticando exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de casa&lt;br /&gt;A obesidade em crianças e adultos é um dos maiores problemas de saúde pública na Grã-Bretanha. O número de internações no país por causa de doenças resultantes do excesso de peso aumentou em aproximadamente 60% entre os períodos de 2007/2008 e 2008/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nas crianças, o problema está relacionado a fatores como os pais trabalhando a maior parte do dia, a quantidade de horas passadas em frente à TV, o tempo dedicado a atividades físicas e o tipo de alimentos que elas ingerem", explicou à BBC o pediatra Mohammed Didi, do hospital Alder Hey, que acompanha Leon.&lt;br /&gt;Segundo ele, é o que acontece dentro de casa que determina a saúde da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo hospital, a reportagem da BBC encontrou crianças com menos de 6 anos de idade sendo submetidas a cirurgias com anestesia geral para a remoção de dentes de leite careados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kaitlyn, de 5 anos, por exemplo, foi internada para ter oito molares extraídos - quase metade de seus dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o cirurgião-dentista Rod Llewelyn, o problema foi causado pelo excesso de açúcar na alimentação da menina, o que sua mãe confirmou, citando a paixão da menina por doces, ketchup e refrigerantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvio de recursos&lt;br /&gt;Apesar de não ameaçar diretamente a vida das crianças, as cáries prematuras respondem por mais da metade das mil cirurgias realizadas no Alder Hey a cada ano.&lt;br /&gt;O hospital também interna anualmente de 500 a mil menores com problemas de saúde provocados pelo fumo passivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somados a internações decorrentes de outros problemas evitáveis, como o tabagismo dos pais e o alcoolismo precoce, a obesidade e os problemas dentais estão desviando recursos humanos, materiais e financeiros que poderiam estar sendo usados para tratar de doenças mais graves, segundo o diretor do hospital, Steve Ryan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isto não deveria estar acontecendo. Essas crianças não deveriam estar sofrendo destes problemas e não deveriam estar aqui neste hospital", disse ele à BBC. "Talvez esta seja uma geração que vá morrer antes de seus pais."&lt;br /&gt;A estimativa é de que esses problemas custem ao sistema mais de US$ 1,5 milhão por ano.&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/04/100414_meninoobesoml.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-746885632411150145?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/746885632411150145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/menino-obeso-de-5-anos-retrata-geracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/746885632411150145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/746885632411150145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/menino-obeso-de-5-anos-retrata-geracao.html' title='Menino obeso de 5 anos retrata geração que &apos;pode morrer antes dos pais&apos;'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-4647177739370618178</id><published>2010-04-12T19:31:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T19:32:35.167-07:00</updated><title type='text'>Pet Scan e Consumo de glicose</title><content type='html'>A partir de junho, o exame PET Scan terá a cobertura dos planos de saúde para diagnóstico de câncer de pulmão, segundo resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O assunto será um dos temas do XXV Congresso Brasileiro de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular, que acontece entre 4 e 7 de setembro de 2010, em Belém do Pará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O câncer de pulmão é o tipo mais comum no mundo e responsável pela maior mortalidade por câncer em pacientes do sexo masculino. Segundo a última estimativa mundial, em 2008, chegou a quase 1 milhão e meio de óbitos, sendo 52% em países desenvolvidos. O número de casos novos de câncer de pulmão estimados para o Brasil, em 2008, era de mais de 27 mil casos. Esses valores correspondem a um risco estimado de 19 casos novos a cada 100 mil homens e de 10 para cada 100 mil mulheres. Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de pulmão é o terceiro mais frequente no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O PET/CT é o mais moderno exame da Medicina Nuclear e consolidou papel fundamental no diagnóstico e no tratamento de pacientes com câncer”, afirma o Dr. José Soares Jr, presidente da SBBMN. O método consiste basicamente em fundir imagens funcionais, altamente sensíveis, com imagens anatômicas de alta resolução da tomografia computadorizada. Em paciente com câncer, isso resulta em imagens de corpo inteiro em todas as áreas com tumor metabolicamente ativo, com alguns milímetros apenas, que permitem avaliar, ao mesmo tempo, presença, localização, detalhes morfológicos e funcionais dessas áreas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os tumores malignos consomem glicose avidamente e é isso que faz com que sejam detectados através do PET Scan com glicose marca&lt;/b&gt;, viabilizando a avaliação do metabolismo de órgãos “in vivo”. De modo geral, a PET/CT permite diferenciar lesões benignas de malignas, como avaliação do nódulo pulmonar solitário, definir o estadiamento do câncer e monitorar a resposta ao tratamento. Esses dados são fundamentais para que o médico decida de forma segura e rápida sua conduta, que pode incluir quimioterapia, radioterapia, cirurgia e outros procedimentos. &lt;br /&gt;http://www.hospitalar.com/congressos/ev2390.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-4647177739370618178?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/4647177739370618178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/pet-scan-e-consumo-de-glicose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4647177739370618178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4647177739370618178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/pet-scan-e-consumo-de-glicose.html' title='Pet Scan e Consumo de glicose'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-8805327467781710158</id><published>2010-04-12T19:27:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T19:43:04.190-07:00</updated><title type='text'>Pet Scan x Glicose</title><content type='html'>Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET ) Equipe Oncoguia Última atualização: 27/01/2010 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PET Scan (ou PET/CT), é a sigla para Positron Emission Tomography ou, em português, Tomografia por Emissão de Pósitrons, é uma modalidade de diagnóstico por imagem que permite avaliar funções importantes do corpo, tais como o fluxo do sangue, o uso do oxigênio, e o metabolismo do açúcar (glicose), ajudando aos médicos a avaliar como os órgãos e os tecidos estão funcionando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que serve&lt;br /&gt;A detecção de anormalidades metabólicas através da tomografia por emissão de pósitrons (PET Scan) tem sido aplicada nas áreas de oncologia, neurologia e cardiologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os avanços na área de diagnósticos por imagem utilizando o PET Scan têm permitido diagnósticos mais precisos de diferentes doenças, possibilitando um planejamento terapêutico mais adequado ao paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PET scan é realizado para:&lt;br /&gt;Detectar tumores cancerígenos &lt;br /&gt;Determinar se o câncer se espalhou pelo corpo e quanto (metástases) &lt;br /&gt;Avaliar a eficácia de um determinado tratamento, por exemplo, a terapia contra câncer que um paciente recebe &lt;br /&gt;Determinar se o câncer retorna após o tratamento &lt;br /&gt;Determinar o fluxo do sangue que chega ao músculo cardíaco &lt;br /&gt;Determinar a lesão no coração que provocou um infarto cardíaco &lt;br /&gt;Identificar áreas do músculo cardíaco que se potencialmente podem se beneficiar de um procedimento invasivo, por exemplo, angioplastia &lt;br /&gt;Avaliar anormalidades no cérebro, tais como tumores e alterações da memória &lt;br /&gt;Estudar o funcionamento normal do cérebro e coração humanos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=86&amp;id=472&amp;menu=2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-8805327467781710158?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/8805327467781710158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/pet-sacn-x-glicose.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8805327467781710158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8805327467781710158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/pet-sacn-x-glicose.html' title='Pet Scan x Glicose'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2215871145259952887</id><published>2010-04-12T19:24:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T19:24:43.079-07:00</updated><title type='text'>Metade dos mortos de SP por gripe A era doente crônico</title><content type='html'>08/04/2010 - 14h30&lt;br /&gt;São Paulo - Os portadores de doenças crônicas ainda são as maiores vítimas da Influenza A (H1N1), a chamada gripe suína, no Estado de São Paulo: 56% dos óbitos de 2009 foram de pessoas com obesidade, pneumopatias e cardiopatias. É o que revela o levantamento realizado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde, divulgado hoje. Os portadores de doenças crônicas fazem parte de um dos grupos prioritários para imunização e devem se vacinar até 23 de abril, junto com gestantes e crianças com idade entre seis meses e dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dado demonstra a importância da vacinação para os grupos preferenciais, que devem acompanhar o calendário de imunização. Atualmente, na terceira etapa da campanha, devem tomar a vacina adultos saudáveis entre 20 e 29 anos - são 7,3 milhões de paulistas nesta faixa etária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É importante que as pessoas fiquem atentas às datas correspondentes ao seu grupo de vacinação, em especial os portadores de doenças crônicas, cujos estudos apontam como as principais vítimas no ano passado. A vacinação é indispensável", alerta o secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balanço preliminar aponta que até 1º de abril 2 milhões de pessoas foram imunizadas contra a gripe A em todo o Estado. Só na Capital, mais de 600 mil pessoas receberam a dose. Foram vacinados 577,2 mil trabalhadores da saúde, 659,3 mil doentes crônicos, 526,2 mil crianças com mais de seis meses e menores de 2 anos, 228,2 mil gestantes e 4,8 mil índios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontos de vacinação&lt;br /&gt;Durante a campanha as pessoas terão à disposição 3.800 pontos de vacinação em todo o Estado, localizados nas Unidades Básicas de Saúde, que funcionarão de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Excepcionalmente neste sábado, os postos ficarão abertos no mesmo horário para que a população conte com mais uma data para a imunização. A recomendação é que as pessoas levem a caderneta de vacinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 24 de abril a 7 de maio, quarta etapa, receberão a vacina contra a influenza A (H1N1) os idosos com 60 anos e mais portadores de doenças crônicas. Os demais idosos irão tomar a vacina contra a gripe comum (sazonal). Na última etapa, de 10 a 21 de maio, a população-alvo será os adultos com idades entre 30 e 39 anos. A campanha segue orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina é segura e eficaz. A única contraindicação é para quem tem alergia a ovo de galinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/estado/2010/04/08/metade-dos-mortos-de-sp-por-gripe-a-era-doente-cronico.jhtm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2215871145259952887?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2215871145259952887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/metade-dos-mortos-de-sp-por-gripe-era.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2215871145259952887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2215871145259952887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/metade-dos-mortos-de-sp-por-gripe-era.html' title='Metade dos mortos de SP por gripe A era doente crônico'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3242707913318044817</id><published>2010-04-12T19:21:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T19:21:53.809-07:00</updated><title type='text'>Exemplo dos pais é fundamental na boa alimentação infantil</title><content type='html'>Nutricionista dá dicas de como inserir alimentos saudáveis na dieta da criança.&lt;br /&gt;“Meu filho não come!”. Essa é uma das principais queixas dos pais de crianças em idade pré-escolar (entre 1 e 6 anos). Em alguns casos o assunto requer preocupação e investigação para saber se há um problema mais sério. Mas, na maioria das vezes, de acordo com Thelma Fernandes Feltrin Rodrigues, especialista em nutrição, a questão está ligada aos hábitos alimentares da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os filhos espelham os hábitos e os costumes dos pais, portanto, não dá para exigir que eles comam verduras e legumes se esses alimentos não fazem parte do cardápio da casa. Por não apreciarem determinadas hortaliças, alguns pais não compram, não preparam e não oferecem às crianças”, observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thelma diz que a criança está experimentando novidades nessa fase de transição, passa a ter acesso às guloseimas propagandeadas pela mídia e começa a deixar de lado os hábitos saudáveis – ingestões de sopas e de sucos – de quando era bebê. “É muito importante sentar- se na mesa e comer junto com a criança os alimentos que ela rejeita. Vendo os outros integrantes da família comer, a criança voltará a experimentar”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais devem explicar para os filhos, desde cedo, a importância de se ter uma dieta saudável e variada, dizendo (em linguagem apropriada) que os alimentos vão ajudá-los a crescerem fortes e com os cabelos e as unhas mais bonitos. Nos casos mais difíceis, Thelma aconselha recorrer a um nutricionista, que pode ajudar dando dicas de preparo de pratos saborosos com os ingredientes que a criança recusa. O momento das refeições, segundo a especialista, deve ser agradável e prazeroso, devendo-se evitar o desvio da atenção da criança com televisão ou brinquedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não pode faltar?&lt;br /&gt;Todos os nutrientes, como as vitaminas, os minerais, as proteínas, as gorduras e os carboidratos, são essenciais para o bom desenvolvimento neuropsicomotor e o crescimento adequado dos filhos, por isso, é tão importante uma alimentação contrabalançada e variada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“São durante os primeiros anos de vida que a criança forma hábitos alimentares, portanto, uma alimentação saudável e equilibrada, incentivada precocemente, trará reflexos positivos em sua saúde. As mães não podem se esquecer de oferecerem diariamente aos seus filhos cereais, grãos, frutas, laticínios, carnes, legumes e verduras. Além disso, a oferta de água é fundamental ao bom funcionamento do organismo infantil”, enumera a nutricionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alimentação saudável, segundo a especialista, deve ser priorizada desde os primeiros meses de vida da criança, logo após o período de aleitamento materno exclusivo, que deve durar até o sexto mês de vida. Aos poucos, após essa fase, o pediatra deve orientar a introdução de novos alimentos, como sucos naturais e papas de frutas frescas, de legumes e de carnes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a nutricionista, chocolates, guloseimas e fast foods devem ser limitados. Não é preciso proibir, mas a criança precisa saber que esses produtos não podem ser consumidos todos os dias. Thelma alerta ainda para que os pais não utilizem alimentos com muito açúcar como recompensas, pois oferecer balas, pirulitos e chocolates quando o filho come toda a refeição é um erro. “Esses alimentos são altamente calóricos e contribuem muito para o surgimento da obesidade na infância”, esclarece.&lt;br /&gt;http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/04/09/exemplo-dos-pais-e-fundamental-na-boa-alimentacao-infantil/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3242707913318044817?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3242707913318044817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/exemplo-dos-pais-e-fundamental-na-boa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3242707913318044817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3242707913318044817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/exemplo-dos-pais-e-fundamental-na-boa.html' title='Exemplo dos pais é fundamental na boa alimentação infantil'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3749721884739371785</id><published>2010-04-12T19:20:00.000-07:00</published><updated>2010-04-12T19:20:24.563-07:00</updated><title type='text'>Gripe suína</title><content type='html'>09/04/2010 - 15h09&lt;br /&gt;País teve 50 mortes por gripe suína desde o início do ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início do ano, o país registrou 50 mortes por gripe suína, ou influenza A (H1N1).  Metade das vítimas residia no Pará (25), segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outras ocorreram nos seguintes Estados: Paraná (8), Amazonas (6), Amapá (2), Maranhão (2), Minas Gerais (2), Goiás (1), Piauí (1), Ceará (1), Paraíba (1) e São Paulo (1). A maioria das vítimas (72%) era mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foram registrados 361 casos de pessoas internadas com doença respiratória grave em todo o país até o último dia 3. Mais da metade (56,2%) na região Norte (203 casos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vacinação&lt;br /&gt;O balanço parcial da campanha de vacinação, anunciado hoje pelo ministro José Gomes Temporão, é de 13,5 milhões de brasileiros imunizados. O total representa cerca de 22% do público-alvo (58 milhões de pessoas) das três primeiras etapas, no período que vai até o dia 23 de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira fase da campanha, mais de 90% dos trabalhadores de saúde foram imunizados, valor que superou a meta, além de 56% dos indígenas. Na segunda etapa, 66% das crianças de até 2 anos, 32,8% dos doentes crônicos e 41% das gestantes foram vacinados. Os índices fizeram com que fez a pasta prorrogasse a etapa até 23 de abril. Cerca de 10% dos jovens de 20 a 29 anos - alvos da terceira fase - já receberam a vacina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sábado (10), o governo federal promove o  “Dia Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1”. Todos os 36 mil postos de vacinação do país deverão estar abertos para imunização de doentes crônicos com menos de 60 anos, grávidas em qualquer período de gestação, crianças de seis meses a menores de dois anos e adultos de 20 a 29 anos. "Vou tirar meus quatro filhos da cama bem cedo amanhã e levá-los para se vacinar no Rio", comentou Temporão em entrevista coletiva à imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 24 de abril a 7 de maio, está prevista a imunização de pessoas com mais de 60 anos que sofrem doenças crônicas. A última etapa, de 10 a 21 de maio, é voltada para a população de 30 a 39 anos. O Ministério adquiriu 113 milhões de doses para vacinar 91 milhões de pessoas contra gripe pandêmica. A meta é imunizar pelo menos 80% desse público-alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segurança&lt;br /&gt;No evento, o ministro também enfatizou a segurança da vacina, chamando a atenção para "mitos e disparates" divulgados pela internet. "Não houve nenhum registro de complicação até agora", afirmou. Apenas sintomas como mal-estar passageiro e dor local têm sido relatados, segundo ele. A vacina é contraindicada para quem tem alergia ao ovo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, a gripe suína causou 43 mil casos graves e 2.051 mortes no país. Nas gestantes, a mortalidade foi 50% maior que na população geral.&lt;br /&gt;http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/04/09/pais-teve-50-mortes-por-gripe-suina-desde-o-inicio-do-ano.jhtm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3749721884739371785?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3749721884739371785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/gripe-suina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3749721884739371785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3749721884739371785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/gripe-suina.html' title='Gripe suína'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-1278151284230827909</id><published>2010-04-12T19:13:00.003-07:00</published><updated>2010-04-12T19:13:59.295-07:00</updated><title type='text'>Câncer e carboidrato de alto índice glicêmico</title><content type='html'>Em setembro passado fizemos diversas visitas a pesquisadores que trabalham com nutrição e câncer. Alguns textos e livros começaram a surgir afirmando que carboidratos de alto índice glicêmico principalmente poderiam causar câncer. Índice glicêmico, de forma simplificada, corresponde à alteração que o carboidrato consumido ocasiona na glicemia, sendo assim, carboidrato de alto índice glicêmico provoca elevação significativa da quantidade de glicose no sangue (glicemia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de mais informações começamos nova visita com Dra. Dominique Michaud, formada em Saúde Pública pela Harvard, foi professora associada da Harvard, foi pesquisadora do Instituto Nacional de Câncer dos EUA e hoje está no Imperial College of London.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Dominique estuda câncer, principalmente de pâncreas e consumo de carboidrato de alto índice glicêmico.  Ela coloca que alguns anos atrás ela realizou estudo onde demonstrou que ratos, com câncer de pâncreas, tinham este câncer evoluído de forma mais rapidamente, quando eram mantidos sedentários e submetidos à dieta rica em carboidrato de alto índice glicêmico. No entanto, o grupo de animais que tinha câncer, comia carboidrato de alto índice glicêmico, mas era exercitado, não teve o crescimento do tumor acelerado por este tipo de carboidrato. Ela afirma que este resultado não é suficiente para dizer que o carboidrato de alto índice glicêmico provoca o crescimento de células cancerígenas, principalmente porque, segundo ela mesma, nenhum outro pesquisador foi capaz de replicar estes dados, isto é, só ela mostrou esta relação de câncer de pâncreas e carboidrato de alto índice glicêmico. Segundo a Dra. Dominique, os estudos têm demonstrado que o consumo de carboidrato só acelera o crescimento de células cancerígenas em animais, ou humanos obesos, sedentários e diabéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, mais estudos são necessários para comprovar a relação de carboidrato e câncer de pâncreas, mas ela afirma que o carboidrato de alto índice glicêmico por si só não é capaz de iniciar o processo de formação de células cancerígenas. &lt;br /&gt;http://nutritips.blog.uol.com.br/arch2010-04-11_2010-04-17.html#2010_04-12_08_56_59-144488267-0&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-1278151284230827909?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/1278151284230827909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/cancer-e-carboidrato-de-alto-indice.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1278151284230827909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1278151284230827909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/cancer-e-carboidrato-de-alto-indice.html' title='Câncer e carboidrato de alto índice glicêmico'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-5440556504598854473</id><published>2010-04-12T19:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-12T19:12:01.898-07:00</updated><title type='text'>Algas</title><content type='html'>Dieta rica em sushi pode modificar genes da flora intestinal humana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo examinou algas vermelhas 'Porphyra'&lt;br /&gt;Uma dieta rica em comida japonesa, como os tradicionais sushis, pode transferir genes de bactérias marinhas para a flora intestinal humana, permitindo a absorção de nutrientes que de outra forma o corpo humano não conseguiria digerir, indica um estudo publicado na revista científica Nature. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os pesquisadores da Universidade Pierre et Marie Curie (UPMC), em Paris, ao comer as algas, as pessoas também ingerem bactérias marinhas que contêm o código genético para secretar uma enzima digestiva capaz de "quebrar" as algas em moléculas menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas apontam que esses gentes são benéficos para o ser humano, porque permitem a absorção de nutrientes das algas que provavelmente não poderiam ser digeridos de outra forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os especialistas, a descoberta mostra que os alimentos e a maneira como os preparamos têm o potencial de influenciar a flora intestinal do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro artigo publicado na mesma edição da Nature, o microbiologista americano Justin Sonnenburg, da Universidade de Stanford, destaca que o estudo francês mostra ainda a importância de as bactérias da flora humana se adaptarem às constantes mudanças da nossa dieta e nosso ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flora&lt;br /&gt;A equipe de cientistas da UPMC, liderada por Jan-Hendrik Hehermann, conseguiu isolar uma nova enzima digestiva encontrada em bactérias que vivem nas algas vermelhas Porphyra, entre as quais está o nori, usado nos sushis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinando centenas de bases de dados genéticas para tentar descobrir onde mais poderiam encontrar essa enzima, os cientistas a acharam em bactérias intestinais de um grupo de 13 japoneses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cinco dessas 13 pessoas tinham este mesmo gene em sua flora intestinal. E o resto apresentou genes similares que codificam enzimas semelhantes", explicou Mirjam Czjzek, também da UPMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando examinamos o estudo genômico da flora intestinal de um grupo de americanos, vimos que nenhum deles apresentou o mesmo gene."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Czjzek, a rota "mais provável" para as bactérias marinhas chegarem ao intestino é a ingestão das algas.&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/04/100408_sushigenesml.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-5440556504598854473?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/5440556504598854473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/algas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5440556504598854473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5440556504598854473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/algas.html' title='Algas'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-8643041652070506546</id><published>2010-04-12T19:09:00.001-07:00</published><updated>2010-04-12T19:09:32.286-07:00</updated><title type='text'>Mídia veicula visão otimista sobre o câncer</title><content type='html'>12 de abril de 2010 (Bibliomed). O câncer constitui um tema comumente noticiado pela mídia. Aproximadamente metade dos norte-americanos com câncer morre em decorrência da doença ou de complicações relacionadas. Entretanto, não se sabe se as notícias da mídia refletem esta realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Archives of Internal Medicine publicou em seu último número um estudo realizado na Universidade da Pensilvânia (EUA) que avaliou a cobertura da mídia quanto ao tratamento e aos desfechos do câncer. Foram avaliados 8 jornais e 5 revistas de grande impacto, sendo encontrados 436 artigos sobre câncer; 32,1% dos artigos enfocaram a sobrevida e apenas 7,6% abordaram a mortalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos resultados observados, apenas 13,1% dos artigos relataram que os tratamentos agressivos para o câncer podem falhar e 30% afirmaram que os tratamentos agressivos podem resultar em efeitos adversos. Embora a maioria dos artigos (57,1%) tenha discutido exclusivamente os tratamentos agressivos, quase nenhum (0,5%) abordou o tema cuidados paliativos exclusivamente e apenas poucos (2,5%) discutiram ambos os temas. Estes dados indicam que as reportagens sobre o câncer discutem frequentemente tratamentos agressivos e sobrevida, mas raramente abordam falha terapêutica, efeitos adversos, cuidados paliativos ou morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores, esta representação do câncer na mídia pode fornecer aos pacientes uma visão inapropriadamente otimista sobre tratamento, desfechos e prognóstico do câncer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Archives of Internal Medicine, Volume 170, Number 6, 2010, Pages 515-518.&lt;br /&gt;Copyright © 2010 Bibliomed, Inc.&lt;br /&gt;http://bibliomed.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7579&amp;mode=browse&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-8643041652070506546?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/8643041652070506546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/midia-veicula-visao-otimista-sobre-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8643041652070506546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8643041652070506546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/midia-veicula-visao-otimista-sobre-o.html' title='Mídia veicula visão otimista sobre o câncer'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3549567751476710723</id><published>2010-04-04T19:24:00.001-07:00</published><updated>2010-04-04T19:24:54.267-07:00</updated><title type='text'>Cientistas propõem imposto sobre açúcar para reduzir consumo de doces</title><content type='html'>Claudia Varejão Wallin&lt;br /&gt;De Estocolmo para a BBC Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país tem o índice mais alto de consumo de balas e doces do mundo&lt;br /&gt;Cientistas do prestigiado Instituto Karolinska, da Suécia, decidiram propor a criação de um "imposto do açúcar" no país, a fim de reduzir o índice de consumo de balas e doces pela população – que seria, segundo eles, o mais alto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já é hora de a Suécia debater um imposto do açúcar, e usar o dinheiro arrecadado para reduzir os preços de frutas e verduras", dizem os pesquisadores, em artigo publicado nesta semana no jornal sueco Dagens Nyheter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto afirma que os suecos são os maiores consumidores globais de balas, doces e chocolates. O total seria de quase 17 quilos por pessoa ao ano. Também a cada ano, os suecos consomem em média 90 litros de refrigerantes e outras bebidas à base de açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à BBC Brasil, o cientista Lennart Levi, um dos autores do artigo e também deputado do Parlamento sueco, afirmou que levará a proposta de criação do imposto do açúcar ao governo sueco. Segundo ele, o objetivo central é alertar as pessoas sobre as consequências graves do alto consumo de açúcar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas gostam de coisas doces, mas é impressionante a ignorância generalizada de que o consumo elevado de balas, doces, refrigerantes e bebidas à base de açúcar representam uma exposição desnecessária ao risco de morte prematura como resultado de diabetes, câncer e ataques cardíacos", ressaltou Levi, Professor Emérito do Instituto Karolinska.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Proposta realista'&lt;br /&gt;Segundo ele, não se trata de proibir, e sim reduzir o consumo de açúcar. De acordo com os cientistas, o exemplo do tabaco e do fumo é prova do êxito da iniciativa de aplicar mecanismos de preço e impostos para reduzir o consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Suécia, a introdução de altas taxas sobre os cigarros fez o país conquistar um dos mais baixos índices de fumantes do mundo, em torno de 12% da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O governo tem vários instrumentos à sua disposição para alterar padrões indesejáveis de consumo: informação, impostos e subvenções, leis e normas, apoio direto, pesquisa científica e educação. No trabalho contra o consumo de cigarros e álcool, o governo usou todos estes instrumentos. O mesmo deve ser feito contra a obesidade e seus riscos", diz o artigo, observando que os preços de balas e refrigerantes não aumentaram tanto quanto os de frutas e verduras entre 1985 e 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Lennart Levi, a proposta do imposto sobre o açúcar é “realista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não é nada muito dramático. Basta introduzir um elevado imposto sobre balas, doces, refrigerantes e outras bebidas à base de açúcar", disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo do jornal Dagens Nyheter, os autores indicam que Noruega, Dinamarca e Islândia já introduziram algum tipo de imposto sobre refrigerantes e determinados alimentos de alto teor de açúcar, e que a Finlândia planeja fazer o mesmo ainda este ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Suécia, de acordo com os autores do artigo, a população consome o dobro da média europeia de balas e doces.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo estatísticas do Instituto Nacional de Saúde Pública da Suécia (Folkhälsöinstitutet), mais de dez por cento da população adulta do país é classificada como obesa. Entre as crianças, o índice é de três a cinco por cento - o dobro dos números registrados em 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo observa ainda que, de acordo com a Agência Nacional de Alimentos (Livsmedelsverket), quase 25 por cento da energia consumida por crianças de até 15 anos de idade provém de alimentos ricos em gordura e açúcar e de baixo teor de nutrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É claro que praticar exercícios é importante, mas na realidade a questão é reduzir o consumo deste tipo de alimentos", observa o artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Lennart Levi, o artigo é assinado pelos cientistas Claude Marcus e Stephan Rössner. O artigo teve ainda a contribuição de André Persson e Thomas Hedlund, autores do popular livro Godis år folket ("Balas para o povo", em tradução livre). &lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/04/100401_imposto_acucar_cv_np.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3549567751476710723?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3549567751476710723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/cientistas-propoem-imposto-sobre-acucar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3549567751476710723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3549567751476710723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/cientistas-propoem-imposto-sobre-acucar.html' title='Cientistas propõem imposto sobre açúcar para reduzir consumo de doces'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2750293120851306842</id><published>2010-04-04T19:23:00.001-07:00</published><updated>2010-04-04T19:23:45.350-07:00</updated><title type='text'>Algas marinhas podem reduzir obesidade</title><content type='html'>Fibra da alga marinha pode ajudar corpo a absorver menos gordura&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha afirma que algas marinhas podem ser usadas para combater a obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe de cientistas da Universidade de Newcastle descobriu que os alginatos, uma fibra extraída das algas, ajudam o corpo a reduzir a absorção de gordura em até 75%. O índice é melhor do que a maioria dos tratamentos contra obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas estão fazendo testes com a fibra adicionada a pão, para determinar o efeito que ela teria em uma dieta normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa pesquisa sugere que se nós podemos adicionar fibras naturais a produtos usados diariamente, como pães, biscoitos e iogurtes, até três quartos da gordura contida em uma refeição podem passar diretamente pelo corpo", afirma Iain Brownlee, da equipe de pesquisadores de Newcastle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós já adicionamos o alginato ao pão e testes iniciais de gosto têm sido extremamente animadores."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estômago artificial&lt;br /&gt;Os cientistas usaram um "estômago artificial" para testar a eficácia dos 60 tipos diferentes de fibras naturais ao medir o quanto cada um afeta a digestão da gordura. O estômago artificial é um aparelho que replica as reações físicas e químicas do estômago humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas foram apresentadas na Sociedade Americana de Química, durante uma conferência em San Francisco, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há inúmeros relatos de curas milagrosas para se perder peso, mas apenas alguns poucos casos têm evidência científica sólida para amparar esses relatos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alginatos já são atualmente adicionados a alguns alimentos em pequenas quantidades, para aumentar a sua consistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o diretor do National Obesity Fórum (NOF), uma entidade britânica que reúne médicos e estudiosos, a descoberta é "interessante".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A pesquisa parece interessante, mas nós só podemos começar a recomendar [as algas] se os cientistas conseguirem gerar boas provas após testes rigorosos."&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/03/100322_alga_gordura_dg.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2750293120851306842?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2750293120851306842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/algas-marinhas-podem-reduzir-obesidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2750293120851306842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2750293120851306842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/algas-marinhas-podem-reduzir-obesidade.html' title='Algas marinhas podem reduzir obesidade'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-312043263753881596</id><published>2010-04-04T19:21:00.000-07:00</published><updated>2010-04-04T19:22:33.560-07:00</updated><title type='text'>Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína</title><content type='html'>Pesquisa mostrou efeitos de alimentos gordurosos no cérebro&lt;br /&gt;Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.&lt;br /&gt;O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obesidade&lt;br /&gt;Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam.&lt;br /&gt;"No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prazer&lt;br /&gt;Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão.&lt;br /&gt;O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal Nature Neuroscience. &lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/03/100329_gordura_vicio_dg.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-312043263753881596?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/312043263753881596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/compulsao-por-gordura-funciona-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/312043263753881596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/312043263753881596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/04/compulsao-por-gordura-funciona-como.html' title='Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-1163716644455540970</id><published>2010-03-30T08:16:00.001-07:00</published><updated>2010-03-30T08:17:00.144-07:00</updated><title type='text'>Fogo e flexibilidade</title><content type='html'>Fogo e flexibilidade definem dieta humana, dizem cientistas&lt;br /&gt;Dietas de alto valor nutritivo tornaram-se necessárias para sustentar as exigências energéticas do cérebro&lt;br /&gt;13 de fevereiro de 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Wrangham já provou praticamente todas as coisas que os chimpanzés comem na África, e uma vez pensou na hipótese de descobrir se conseguiria viver dessa dieta. "Percebi que ia passar um bocado de fome", disse ele. "Seria difícil para um ser humano sobreviver numa dieta de chimpanzé".   A assinatura da dieta humana é o cozimento, disse ele numa reunião da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS). Ao alterar a forma de amidos, gorduras e proteínas, o cozimento concentra nutrientes nos alimentos, disse ele e a um painel que debateu os hábitos alimentares dos primeiros seres humanos.    Alinhados sobre a mesa estavam vários crânios antigos, provas do desgaste causado pelas comidas primitivas, sorrindo para a plateia.   O que nossos antepassados mais remotos comiam é, há tempos, assunto de especulação entre antropólogos como Wrangham, da Universidade Harvard. cada vez mais evidências trazem pistas sobre a dieta primordial.   "O marco da dieta humana é flexibilidade, a capacidade de encontrar ou criar uma refeição em qualquer ambiente", disse o antropólogo William Leonard, da Universidade Northwestern.    Dietas de alto valor nutritivo tornaram-se necessárias para que os seres humanos pudessem satisfazer as crescentes exigências energéticas de um grande cérebro.   Os elementos essenciais da dieta humana têm densidade nutricional muito maior que os de outros primatas, que conseguem subsistir de folhas e frutos, disse ele.   O tamanho e formato da mandíbula, e o desgaste dos dentes podem nos dizer muito sobre o que os povos antigos comiam, disse Peter Ungar, da Universidade de Arkansas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,fogo-e-flexibilidade-definem-dieta-humana-dizem-cientistas,323547,0.htm&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-1163716644455540970?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/1163716644455540970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/03/fogo-e-flexibilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1163716644455540970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1163716644455540970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2010/03/fogo-e-flexibilidade.html' title='Fogo e flexibilidade'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-4067442185277687344</id><published>2009-03-12T04:03:00.001-07:00</published><updated>2009-03-12T04:03:58.920-07:00</updated><title type='text'>Autoconhecimento e dieta</title><content type='html'>Por vezes não podemos deixar de beber ou comer em excesso, sob o risco de nos encontrarmos numa situação de vida que nos parece, de alguma forma, ainda pior.Estamos dizendo: prefiro ser gordo, obeso. E estamos sendo fiéis a nós mesmos pois emagrecer ou abandonar um vício pode ser muito perigoso, se esta mudança não vier acompanhada de um esforço para deter ou modificar aquilo que só não aflora graças a este pequeno truque de decodificação, que transforma “energias” negativas em obesidade ou tecido adiposo.Uma dieta pressupõe um acerto bem mais amplo que apenas uma fórmula que procure eliminar as conseqüências ou causas imediatas. Uma boa dieta quer dizer, em última análise, autoconhecimento.&lt;br /&gt;Do que estamos tratando aqui é de uma dieta – um esforço de vida inteira. Falamos aqui de paciência e perseverança. Muitos são os que invalidam este esforço tentando valer-se do conceito de que é muito sacrifício, que é melhor engordar e trocar parte da saúde pela possibilidade de aproveitar a vida com toda intensidade. Não entendem, no entanto, que tratamos aqui de uma dieta, e não de um regime. Uma dieta, em si, é cheia de significado e nos traz enorme prazer em poder compartilhar como organismo de um esforço que é cada uma de nossas células. Regimes são sacrifícios e renúncias vazias, enquanto a dieta é uma nova visão pela qual se vive. Dieta representa estar-se constantemente mudando, em movimento.&lt;br /&gt;RABINO NILTON BONDER(A Cabala da Comida)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-4067442185277687344?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/4067442185277687344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/autoconhecimento-e-dieta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4067442185277687344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/4067442185277687344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/autoconhecimento-e-dieta.html' title='Autoconhecimento e dieta'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-1149862431497779159</id><published>2009-03-12T04:00:00.001-07:00</published><updated>2009-03-12T04:01:25.717-07:00</updated><title type='text'>Arroz integral</title><content type='html'>Vivemos num mundo cheio de incertezas.&lt;br /&gt;Um mundo onde se constroem tantos hospitais quanto escolas.&lt;br /&gt;Um mundo onde a troca consciente com o universo já não é moeda corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, através de nossa conexão que começa na limpeza do corpo físico, podemos tentar procurar um mundo mais justo e feliz.&lt;br /&gt;Nada mais fácil de fazer se você quer compreender que é dentro de você que se cria a insegurança, que leva às incertezas, que levam às guerras, que levam à pobreza, que leva à infelicidade.&lt;br /&gt;Fácil de conceber a importância de nossa dieta de conexão se você quer compreender que existe um retorno a cada pensamento e que esse pensamento começa na troca existencial no seu prato de comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais fácil de compreender que se comermos arroz integral haverá menos guerras no mundo, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARISA VOLONTERIO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-1149862431497779159?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/1149862431497779159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/arroz-integral_12.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1149862431497779159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/1149862431497779159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/arroz-integral_12.html' title='Arroz integral'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-7764022355912678838</id><published>2009-03-11T11:10:00.001-07:00</published><updated>2009-03-11T11:12:58.176-07:00</updated><title type='text'>Guerras</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_3tBzAQj88MU/Sbf-9i983lI/AAAAAAAAAAM/U_ffysV1MCw/s1600-h/tirinha+jornal002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311994618818911826" style="WIDTH: 581px; CURSOR: hand; HEIGHT: 143px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_3tBzAQj88MU/Sbf-9i983lI/AAAAAAAAAAM/U_ffysV1MCw/s320/tirinha+jornal002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-7764022355912678838?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/7764022355912678838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/guerras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7764022355912678838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7764022355912678838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/guerras.html' title='Guerras'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_3tBzAQj88MU/Sbf-9i983lI/AAAAAAAAAAM/U_ffysV1MCw/s72-c/tirinha+jornal002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3476516268219008665</id><published>2009-03-11T09:36:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T09:38:22.078-07:00</updated><title type='text'>Gelatinas</title><content type='html'>Gelatinas em pó têm muito açúcar e pouco colágeno&lt;br /&gt;FLÁVIA MANTOVANI&lt;br /&gt;da Folha de S.Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser uma sobremesa muito consumida por crianças, a gelatina não deveria fazer parte da alimentação infantil. É o que afirma a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) após avaliar 11 pós para preparo do produto sabor morango: quatro na versão tradicional, quatro na versão diet e três na versão zero.&lt;br /&gt;Por conterem adoçantes, as versões sem açúcar já não eram recomendadas para crianças saudáveis. Mas o levantamento mostrou que mesmo as versões tradicionais não são indicadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a associação, gelatina não deveria ser consumida por crianças; empresas fabricantes dizem seguir legislação em vigor no Brasil. Um dos problemas é que duas das marcas possuem adoçante mesmo nas versões tradicionais. Segundo a Pro Teste, a informação não tem o destaque necessário no rótulo. Nos dois casos, as embalagens trazem personagens ou promoções voltados para o público infantil.&lt;br /&gt; "A quantidade de adoçante que cada um deve ingerir por dia é calculada com base no peso da pessoa. No caso da criança, é bem mais fácil atingir a dose máxima. Por isso, a não ser que ela seja diabética ou tenha acompanhamento de um especialista, não deve ingerir adoçantes", diz a nutricionista Manuela Dias, pesquisadora de alimentos da Pro Teste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema detectado foi excesso de açúcar. A média nas versões tradicionais foi de 7,9 g por porção, que equivale a um copo, ou 120 g, de gelatina pronta. O valor ultrapassa até a quantidade que adultos devem consumir: no máximo 7,5 g em um lanche. Para crianças de um a três anos, o valor é de 3,9 g. O produto da Bretzke foi o mais açucarado: 10,9 g por porção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pro Teste destaca outra questão que considera preocupante: todas as gelatinas tinham o conservante amarelo crepúsculo, que vem sendo relacionado à propensão à hiperatividade infantil. No Reino Unido, a substância é proibida.&lt;br /&gt;As crianças são as mais vulneráveis aos corantes em geral, diz a nutricionista Edira Gonçalves, professora da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Segundo ela, o consumo excessivo pode debilitar o sistema imune, favorecendo doenças como gripes.&lt;br /&gt;A nutricionista lembra que a gelatina é apenas um dos produtos ricos em corante no mercado. Ela orientou uma pesquisa, publicada em 2008 na revista "Ciência e Tecnologia de Alimentos", que avaliou o consumo de gelatina, refresco em pó e refrigerante por 150 crianças. Concluiu que esses alimentos são muito comuns na dieta infantil e introduzidos bem cedo: em relação à gelatina, até um ano de idade em 95% dos casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco nutritiva&lt;br /&gt;Se a presença de colágeno é o motivo para dar gelatina às crianças, Manuela Dias diz que não vale a pena. A quantidade encontrada não ultrapassou 2 g -apesar de não haver consenso, a Pro Teste diz que alguns estudos sugerem que seriam necessários 10 g diários para haver benefícios.&lt;br /&gt;"Quem consumir com essa finalidade está se enganando. Uma pessoa saudável consegue repor o colágeno apenas com uma dieta normal, rica em proteínas."&lt;br /&gt;Para Dias, a gelatina é "um pó de aditivos, corantes e edulcorantes", e os pais devem preferir alimentos mais saudáveis, como iogurte e frutas. "Como a gelatina é docinha e colorida, as crianças gostam. Mas é um alimento totalmente artificial, não tem nada de morango, por exemplo, só o aditivo."&lt;br /&gt;Ela diz que não há problema na ingestão de gelatina por adultos -pode ser uma boa opção para quem quer emagrecer, por exemplo. "As pessoas só não devem pensar que estão ingerindo algo nutritivo."&lt;br /&gt;Além das questões nutricionais, foram constatados problemas em rótulos, como falta de informação sobre a presença de sódio e falta da data de fabricação --o dado não é obrigatório, mas a Pro Teste recomenda. A associação defende que se crie uma norma para regular gelatinas que defina parâmetros como quantidade de açúcar e de colágeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u528644.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3476516268219008665?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3476516268219008665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/gelatinas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3476516268219008665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3476516268219008665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/gelatinas.html' title='Gelatinas'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2220408313874438945</id><published>2009-03-11T09:35:00.000-07:00</published><updated>2009-03-11T09:36:19.518-07:00</updated><title type='text'>Vinhos orgânicos</title><content type='html'>A agricultura orgânica é um setor bastante próspero e uma realidade atual. Apesar de ainda estar engatinhando, seu crescimento é visível. Alguns países da Europa contam com 10% de sua área agrícola cultivada por este método. A viticultura orgânica, porém, não tem a mesma projeção. Em 2000, apenas 1,6% do total da área vinícola era orgânico.Mesmo assim, já existem vinhos produzidos organicamente em países tanto no Novo como no Velho Mundo. Todos eles podem ser encontrados por aqui. Alguns são bem famosos, como os franceses Romanée-Conti — o mais cultuado tinto da Bourgogne —, o Château de Beaucastel, uma das mais renomadas vinícolas do vale do rio Rhône, e a família Chapoutier, da mesma região. Também produzem sua linha orgânica os argentinos da família Zuccardi, os chilenos da Cono Sur, da De Martino, o Kuyen Syrah Cabernet (delicioso!) e o Pargua Cabernet. Dos Estados Unidos vem o exemplar da Fetzer Vineyards. Juan Carrau produziu, em 1997, o primeiro vinho orgânico do Brasil, o Cabernet Sauvignon Juan Carrau. Em 1999 lançou um branco de gewurztraminer. Os dois rótulos deram origem à Linha Verde da Velho Museu, sua vinícola na Serra Gaúcha.Mas, afinal, o que é um vinho orgânico? A Federação Internacional de Movimentos da Agricultura Orgânica (IFoam) define cultura orgânica como: "sistema de manejo de produção holística que promove e melhora a saúde do agro-ecossistema, incluindo biodiversidade, ciclos biológicos e atividades biológicas dos solos". A viticultura orgânica é a aplicação destes princípios aos vinhedos. Traduzindo: dentro desta filosofia, o viticultor manejará todo um ecossistema onde a vinha é a planta predominante. Qualquer alteração em um dos elementos desse ciclo afetará todos os demais. O sistema se baseia na não utilização de herbicidas ou pesticidas químicos, que matam todo tipo de insetos e ervas. O que se procura é enfraquecer os insetos ou ervas que prejudicam o vinhedo e criar um ambiente propício para aqueles que ajudam.Os adubos químicos também são proibidos já que acabam entrando nas vinhas através da raiz. Isso também impede o esgotamento do solo. Todo o material aplicado é de origem orgânica, de preferência reutilizando materiais encontrados ao redor da região de cultivo, do mesmo ambiente. Nas adegas também não se utilizam produtos químicos na limpeza.Os viticultores orgânicos afirmam que, apesar das dificuldades, os resultados deste tipo de cultura fortalecem o vinhedo a longo prazo. A curto prazo, é verdade, ainda há muitos obstáculos. O sistema ainda é frágil em se tratando do combate a alguns fungos e pestes da vinha. A busca de clones mais resistentes é uma das soluções. O problema na Europa, porém, é que ainda não há regulamentação para a implantação desses novos clones. Tampouco há subsídios para proteção dos viticultores que têm suas produções diminuídas com a cultura orgânica.Nos Estados Unidos, onde o conceito de agricultura orgânica nasceu, a produção é bem regulamentada. Alguns produtores sentem, porém, que colocar "vinho orgânico" no rótulo ainda gera um certo preconceito. Os vinhos orgânicos podem apresentar mais fragilidades que os vinhos de cultivo normal em safras consideradas ruins. Os produtores, no entanto, garantem que em safras muito boas, dão ótimos produtos, pois a vinha fica mais fortalecida. Por terem o rendimento diminuído, os vinhos às vezes são um pouco mais caros que os normais. Não há provas ainda que o vinho orgânico traga mais benefícios à saúde do que os demais. Sua grande vantagem mesmo é a do grande equilíbrio que gera na vinha em relação ao meio ambiente e à qualidade de vida. Na prova que importa, que é da boca, os vinhos orgânicos ainda não comprovaram serem mais saborosos ou ricos do que os de cultivo normal. De fato, é sempre uma experiência interessante provar um vinho destes, que vem de um contato tão intenso com sua terra de origem. Podem ser decepcionantes ou impressionantes, em suma, como qualquer outro vinho. Ele só é cultivado, e produzido, com maior respeito à natureza. E isso pode ser uma boa razão para, pelo menos, prová-los. Trata-se, em resumo, de um vinho politicamente correto, ou seja, uma opção (que afinal de contas, faz toda a diferença) para os apreciadores de produtos que vêm da natureza.&lt;br /&gt;Alexandra Corvo é formada Sommelière pela Ecole d'ingenieurs Oenologiques de Changins, na Suíça e dirige a empresa Ciclo das Vinhas, especializada em cursos de vinhos para amadores e profissionais.Contatos: 3891 1690 / 9103 0838 - &lt;a href="mailto:contato@alexandracorvo.com.br"&gt;contato@alexandracorvo.com.br&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.alexandracorvo.com.br/"&gt;www.alexandracorvo.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2220408313874438945?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2220408313874438945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/vinhos-organicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2220408313874438945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2220408313874438945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/03/vinhos-organicos.html' title='Vinhos orgânicos'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-628181520566956636</id><published>2009-02-26T04:37:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T04:39:52.560-08:00</updated><title type='text'>Transgênicos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Os 7 pecados capitais dos transgênicos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU.&lt;br /&gt;1. Contaminação genéticaAgricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação, agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como convencionais e/ou orgânicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;O Greenpeace tem publicado anualmente um Registro sobre Contaminação Transgênica sobre os muitos casos verificados em todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;2. Ameaça à biodiversidadeA contaminação genética pode ter também um efeito devastador na biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações, conforme indicam estudos científicos - como no caso das borboletas monarcas, que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também atingidas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;3. Dependência dos agricultoresA empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com essa venda casada - semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas. Ver &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_050531_transgenicos_documento_contaminacao_royalties_port_v1" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;.Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos - principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação genética de uma outra transgênica - e ele não tiver como provar isso.4. Baixa produtividade&lt;br /&gt;Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já se mostraram pouco &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/quem-avisa-amigo-e-transg-nic" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;competitivos economicamente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt; e recentes estudos promovidos por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até 15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas. Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que os cultivos convencionais ou orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida usado em plantações transgênicas.&lt;br /&gt;5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)&lt;br /&gt;O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1% ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto - e mesmo assim só depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito ao consumidor.O Greenpeace publica, desde 2002, o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/guia-do-consumidor-2" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;Guia do Consumidor&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt; com uma lista verde de produtos que não usam transgênicos em sua fabricação e outra lista, vermelha, com produtos que podem conter organismos geneticamente modificados em sua composição.&lt;br /&gt;6. Uso excessivo de herbicidaO caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo, no entanto, esse &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/relat-rio-cient-fico-da-efsa" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;uso excessivo provoca problemas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt; no solo, nos trabalhadores e promove o surgimento de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_040517_transgenicos_documento_super_ervas_port_v1" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;pragas resistentes &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;ao herbicida (arquivo em pdf para baixar), exigindo mais e mais aplicações. 7. Ameaça à saúde humana&lt;br /&gt;Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse sentido - e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863 da Monsanto.E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como esses levaram alguns países, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/austria-desafia-comiss-o-europ" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;como a Áustria&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;, a proibírem a importação e comercialização desses produtos.&lt;br /&gt;No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam grande resistência em outros países, como no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/greenpeacebr_060228_transgenicos_relatorio_mon810_port_v1" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;caso do milho MON810&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;, da Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/os-sete-pecados-capitais-dos-t"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#000000;"&gt;http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/os-sete-pecados-capitais-dos-t&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-628181520566956636?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/628181520566956636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/transgenicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/628181520566956636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/628181520566956636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/transgenicos.html' title='Transgênicos'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-9169135479003894920</id><published>2009-02-26T04:35:00.000-08:00</published><updated>2009-02-26T04:40:17.463-08:00</updated><title type='text'>Arroz transgênico</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Arroz transgênico da Bayer: o perigo ronda consumidores brasileiros&lt;br /&gt;12 de Fevereiro de 2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Ao se recusarem a servir arroz transgênicos a seus clientes, as principais cadeias de restaurantes de Manila, nas Filipinas, demonstram respeito ao consumidor e ao meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Brasília (DF), Brasil — CTNBio convoca audiência pública para discutir variedade geneticamente modificada. Greenpeace pediu para participar da reunião.&lt;br /&gt;Os consumidores podem se preparar. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) está prestes a modificar um dos alimentos mais importantes na dieta do brasileiro: o arroz. Diferente da soja e do milho transgênicos, que também são destinados à alimentação animal, o arroz é quase todo destinado a alimentação humana, e pela primeira vez os transgênicos podem estar no prato diário do brasileiro.&lt;br /&gt;Para discutir a aprovação do arroz LL62, da Bayer, será realizada no próximo dia 18 de março, em Brasília, uma audiência pública. A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (12/2), na primeira reunião do ano da CTNBio, que continua vendada frente aos riscos que a população brasileira estará sujeita com essa liberação.O regimento interno da CTNBio permite, durante a audiência pública, a exposição de argumentos de cientistas e da sociedade civil, mas a escolha desses expositores é feita exclusivamente pela própria Comissão. Não há critérios formalmente definidos para a seleção de quem pode falar durante a audiência e os cientistas da CTNBio podem se isentar de responder às perguntas da sociedade civil.&lt;br /&gt;O Greenpeace apresentou um pedido de participação como expositor e aguarda retorno da Comissão. "Existem vários estudos e fatos que mostram as desvantagens do arroz da Bayer em termos ambientais, econômicas e de saúde, e é isso que queremos apresentar no dia 18. A maior parte da soja e milho produzidos no país são destinados a alimentação animal. Com o arroz, a situação é mais grave e o risco aumenta, pois é consumido diretamente pelas pessoas", explica o coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace, Rafael Cruz.&lt;br /&gt;Além do agendamento da audiência pública, a primeira reunião da CTNBio no ano foi marcada por um intenso debate sobre a necessidade de se "simplificar" o processo de aprovação de campos experimentais de cultivos transgênicos no país, proposta por Luiz Antônio Barreto de Castro, representante do Ministério de Ciência e Tecnologia na CTNBio. Uma nova votação sobre essa Resolução Normativa chegou a ser sugerida, para determinar essas novas regras – mesma votação realizada em novembro passado.&lt;br /&gt;"Não faz o menor sentido estabelecer um novo conjunto de regras, após menos de quatro meses da última publicação. Ainda mais um conjunto que pretende aprovar irresponsavelmente campos experimentais", argumenta Rafael.&lt;br /&gt;O arroz transgênico LL62 da Bayer foi modificado geneticamente para resistir a um agrotóxico, com a introdução de uma sequência genética de bactéria - a mesma implantada no milho Liberty Link, também da Bayer. A propriedade adquirida pelo arroz é a resistência ao agrotóxico glufosinato de amônio.&lt;br /&gt;Estudos independentes sobre os impactos do glufosinato na saúde humana e animal indicam que, quando testado em ratos, sua ingestão foi responsável por alterações no sistema nervoso, tremores, convulsões, reações alérgicas, além da permanência residual da substância no fígado, rins e no leite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/arroz-transg-nico-da-bayer-o"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/arroz-transg-nico-da-bayer-o&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-9169135479003894920?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/9169135479003894920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/arroz-transgenico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/9169135479003894920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/9169135479003894920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/arroz-transgenico.html' title='Arroz transgênico'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-8632088196069386854</id><published>2009-02-20T02:34:00.000-08:00</published><updated>2009-02-20T02:39:03.522-08:00</updated><title type='text'>Aumento de 73% !!!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;09 de Agosto de 2004&lt;br /&gt;A incidência de câncer em crianças com até 15 anos aumentou nos últimos 30 anos na cidade de São Paulo, segundo pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Entre os meninos, o crescimento foi de 73% e, entre as meninas, 61%. A explicação, de acordo com o estudo, pode estar associada a causas genéticas e a exposição dos pais a fatores de risco, como substâncias químicas, cigarro e álcool.&lt;br /&gt;De acordo com a pesquisa, em 1969 a incidência foi de 128,5 casos em cada 1 milhão de meninos e 120,9 em cada 1 milhão de meninas. No período entre 1997 e 1998, os números subiram para 222,5 e 195 para cada 1 milhão, respectivamente.&lt;br /&gt;A maior ocorrência entre o sexo masculino ainda não é bem explicada e ocorre também em outros países, segundo a publicação. Vimos que houve mesmo um aumento da incidência. Além do fator genético, que tem influência, tudo leva a supor que seja também por uma maior exposição dos pais a fatores de risco. Profissões que lidam diariamente com derivados de petróleo, solventes, inseticidas e chumbo podem interferir. Durante a gestação, o uso de alguns tipos de medicamentos, de tabaco, álcool e maconha também, afirma o médico&lt;br /&gt;Antonio Pedro Mirra, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP e coordenador do grupo que fez a pesquisa.&lt;br /&gt;O estudo listou os principais tipo de tumores que mais afetam essa população. Por estarem em desenvolvimento, são mais freqüentes as leucemias, linfomas e tumores nos sistemas nervoso e ósseo. Dentre esses, a faixa mais propensa a desenvolver um câncer é de 0 a 4 anos. Já nos adultos, que enfrentam um processo degenerativo, ocorre uma predominância dos tumores de pulmão, estômago, intestino e próstata.&lt;br /&gt;Para Mirra, o resultado é importante para chamar a atenção dos médicos e da sociedade para a necessidade de eliminar ou minimizar a exposição a esses fatores de risco. Os outros dois passos para a diminuição desses números, segundo o pesquisador, seriam aumentar o diagnóstico precoce e prolongar a sobrevida dos pacientes, com tratamentos adequados.&lt;br /&gt;(O Estado de S.Paulo)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aprendiz.uol.com.br/content/pinupricro.mmp"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://aprendiz.uol.com.br/content/pinupricro.mmp&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-8632088196069386854?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/8632088196069386854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/aumento-de-73.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8632088196069386854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8632088196069386854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/aumento-de-73.html' title='Aumento de 73% !!!'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-5122174631049408938</id><published>2009-02-16T03:15:00.001-08:00</published><updated>2009-02-16T03:15:56.429-08:00</updated><title type='text'>Alimentação inadequada e desempenho escolar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Cuidado com o lanche é uma das ferramentas para prevenir doenças, como obesidade e diabete&lt;br /&gt;Fernanda Aranda, JORNAL DA TARDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para vencer o que os nutricionistas chamam de "analfabetismo nutricional", pais precisam solucionar a equação: cálcio + proteína + energia - gordura trans. A matemática, que parece simples, não está sendo resolvida pelos adultos. Os resultados estão no aumento do índice infantil de obesidade, hipertensão e colesterol.&lt;br /&gt;Na volta às aulas, o desafio vem à tona. O alerta é que uma alimentação inadequada na hora do lanche prejudica não só o desenvolvimento da criança, como o próprio desempenho escolar. E as opções expostas nas prateleiras dos supermercados podem ser vilãs, como atestou pesquisa da nutricionista Elaine Monteiro Occhialini na lancheira dos alunos da Escola da Vila, na zona oeste de São Paulo. "Os achocolatados em caixinha ofereciam metade do cálcio indicado e, de 9 marcas de bolachas, 7 tinham o dobro de gordura e sal do que o recomendado", diz ela, que inspecionou o rótulo de produtos levados pelos alunos por uma semana.&lt;br /&gt;Os resultados encontrados por Elaine foram enviados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Há cinco anos, ela começou uma mudança no lanche dos alunos. Aos poucos, até a cenoura consegue vencer o chocolate na preferência da criançada. Na cantina da instituição, frutas, sucos e queijos estão na lista de pedidos. "Tudo é negociado com eles. Eles participam do processo de educação alimentar", diz Elaine.&lt;br /&gt;Rosana Perim Costa, gerente de nutrição do Hospital do Coração, ressalta que o cuidado com o lanche dos filhos é uma das ferramentas para prevenir resultados diagnosticados em estudos recentes. A radiografia nutricional de alunos em fase pré-escolar, concluída em 2008, revelou que nas creches públicas 26% das crianças até de 6 anos pesavam mais do que o recomendado. Nas particulares, a taxa sobe para 34%. Por isso, a recomendação para a base do lanche é usar leite e derivados, barra de cereais e frutas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-5122174631049408938?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/5122174631049408938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentacao-inadequada-e-desempenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5122174631049408938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5122174631049408938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentacao-inadequada-e-desempenho.html' title='Alimentação inadequada e desempenho escolar'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-43412223399632263</id><published>2009-02-16T03:14:00.001-08:00</published><updated>2009-02-16T03:14:59.677-08:00</updated><title type='text'>Bomba populacional</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;por Andrea Vialli, 30.01.09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1968, Paul Ehrlich, biólogo da universidade de Stanford, nos Estados Unidos, publicou com grande celeuma seu livro 'The Population Bomb', onde defende que os países adotem um controle populacional rígido, de modo a evitar uma escassez de alimentos e outros recursos naturais. Na época, ele próprio foi bombardeado por gente da esquerda e da direita. Os detratores da esquerda diziam que ele tinha inspirações nazistas em defender o controle populacional. Os da direita diziam que suas idéias eram uma afronta aos direitos individuais. Ehrlich tinha 36 anos quando publicou o livro.&lt;br /&gt;Ele errou ao prever que, nas décadas de 1970 e 1980, milhões de pessoas morreriam de fome por causa da escassez de comida. Mas hoje, aos 76 anos, Ehrlich volta a ser comentado. Suas idéias caíram no gosto dos estudiosos e ativistas da sustentabilidade. Ele manteve sua idéia original - de que o crescimento sem limites da população e o hiperconsumo não são compatíveis com a finitude dos recursos naturais.&lt;br /&gt;E mais: junto com sua esposa, Anne Ehrlich, o cientista criou uma fórmula matemática para calcular a pressão dos humanos sobre a Terra: I=PAT. Na equação, I é o impacto ambiental, medido pela multiplicação de P (o tamanho da população de uma área), A (média do consumo individual, medido pelo PIB per capita) e T (tecnologias empregadas e seu impacto em termos de emissões de gases de efeito estufa).&lt;br /&gt;O debate neomalthusiano voltou a ganhar espaço face a questões como segurança alimentar, pobreza, suprimento de energia e mudança climática. A população do mundo atualmente está em 6,8 bilhões de pessoas - quatro vezes o tamanho da população há um século atrás - e, embora as taxas médias de fecundidade estejam em queda (2,8 filhos por mulher nas nações mais pobres e 1,6 nas mais ricas), anualmente em torno de 75 milhões de habitantes são acrescentados ao planeta.&lt;br /&gt;Há quem diga que o problema não é a quantidade de pessoas no planeta, e sim seu padrão de consumo e também o desperdício de recursos como água e comida. Nesse time, está a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).&lt;br /&gt;Em seu relatório “Perspectivas do Meio Ambiente para 2030”, o grupo prevê que só o “stress hídrico” atingirá 3 bilhões de pessoas. “A população não representa um problema em si. As pressões exercidas sobre os recursos naturais não vem do número de habitantes, mas de seus hábitos de consumo.” Nunca é demais lembrar que a OCDE reúne os países mais ricos do mundo, justamente aqueles que tem o padrão de consumo mais elevado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-43412223399632263?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/43412223399632263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/bomba-populacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/43412223399632263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/43412223399632263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/bomba-populacional.html' title='Bomba populacional'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-507286888511682040</id><published>2009-02-16T03:09:00.000-08:00</published><updated>2009-02-16T03:10:14.833-08:00</updated><title type='text'>Fogo e flexibilidade</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Dietas de alto valor nutritivo tornaram-se necessárias para sustentar as exigências energéticas do cérebro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHICAGO, EUA - Richard Wrangham já provou praticamente todas as coisas que os chimpanzés comem na África, e uma vez pensou na hipótese de descobrir se conseguiria viver dessa dieta. "Percebi que ia passar um bocado de fome", disse ele. "Seria difícil para um ser humano sobreviver numa dieta de chimpanzé".&lt;br /&gt; A assinatura da dieta humana é o cozimento, disse ele numa reunião da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS). Ao alterar a forma de amidos, gorduras e proteínas, o cozimento concentra nutrientes nos alimentos, disse ele e a um painel que debateu os hábitos alimentares dos primeiros seres humanos. &lt;br /&gt;Alinhados sobre a mesa estavam vários crânios antigos, provas do desgaste causado pelas comidas primitivas, sorrindo para a plateia.&lt;br /&gt;O que nossos antepassados mais remotos comiam é, há tempos, assunto de especulação entre antropólogos como Wrangham, da Universidade Harvard. cada vez mais evidências trazem pistas sobre a dieta primordial.&lt;br /&gt;"O marco da dieta humana é flexibilidade, a capacidade de encontrar ou criar uma refeição em qualquer ambiente", disse o antropólogo William Leonard, da Universidade Northwestern. &lt;br /&gt;Dietas de alto valor nutritivo tornaram-se necessárias para que os seres humanos pudessem satisfazer as crescentes exigências energéticas de um grande cérebro.&lt;br /&gt;Os elementos essenciais da dieta humana têm densidade nutricional muito maior que os de outros primatas, que conseguem subsistir de folhas e frutos, disse ele.&lt;br /&gt;O tamanho e formato da mandíbula, e o desgaste dos dentes podem nos dizer muito sobre o que os povos antigos comiam, disse Peter Ungar, da Universidade de Arkansas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-507286888511682040?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/507286888511682040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/fogo-e-flexibilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/507286888511682040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/507286888511682040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/fogo-e-flexibilidade.html' title='Fogo e flexibilidade'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-7961018423306484789</id><published>2009-02-14T03:33:00.000-08:00</published><updated>2009-02-14T03:34:45.237-08:00</updated><title type='text'>Habitos diferentes, novos riscos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Estudo realizado na Unifesp mostra que estilo de vida ocidental pode ser responsável por alta prevalência de diabetes e risco cardiovascular entre nipo-brasileiros. Atividade física e mudança na dieta seriam medidas eficazes de prevenção &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Agência FAPESP – Os hábitos de vida do Ocidente podem estar deteriorando a saúde da população nipo-brasileira. Estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) entre 1993 e 2007, em Bauru (SP), indicou uma alarmante prevalência de diabetes e fatores de risco cardiovascular entre descendentes de japoneses. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;No entanto, a fase final do estudo, que consistiu em uma intervenção junto a essa população, demonstrou que algumas mudanças na dieta e a prática de atividades físicas podem ser medidas efetivas para combater o problema.&lt;br /&gt;A primeira fase da pesquisa, em 1993, indicou que a prevalência de diabetes entre os descendentes de japoneses era de 20%, em média, contra 7,5% na população brasileira em geral. Em 2000, a segunda fase revelou que o problema havia se agravado: a prevalência de diabetes entre nipo-brasileiros era de 35%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados da segunda fase – um Projeto Temático apoiado pela FAPESP – foram publicados na mais recente edição da revista Arquivos Brasileiros de Endocrinologia e Metabologia. A terceira fase foi realizada entre 2005 e 2007.&lt;br /&gt;De acordo com a autora principal do artigo, Antonela Siqueira, que atualmente é pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), os descendentes de japoneses têm uma predisposição genética aos males causados por fatores típicos do cotidiano ocidental, como sedentarismo, estresse e alimentação rica em gordura e açúcar.&lt;br /&gt;“A primeira fase do estudo indicou que a prevalência de diabetes entre os nipo-brasileiros era quase o triplo do resto da população. Em 2000, começamos a estudar a presença da síndrome metabólica – o conjunto de fatores de risco cardiovascular, que inclui diabetes, hipertensão arterial, distúrbios lipídicos e obesidade”, disse Antonela à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;Bauru foi escolhida, segundo a pesquisadora, por ter uma comunidade nipo-brasileira ampla e pouco miscigenada, com fácil acesso ao hospital em que foram feitas as análises clínicas. Em 1993, foram avaliados 647 indivíduos de 40 a 79 anos, descendentes de primeira e segunda geração. Em 2000, o estudo foi ampliado para 1.330 indivíduos.&lt;br /&gt;“Em 2000, estudamos também os fatores dietéticos que poderiam contribuir para a prevalência da síndrome metabólica, que, conforme detectamos nessa época, era maior que 5%. O aumento do diabetes nos surpreendeu: passou de 20% para 35% em apenas sete anos”, afirmou.&lt;br /&gt;Embora a população nipo-brasileira não tenha uma obesidade importante, os voluntários apresentaram alta taxa de gordura visceral. “O que importa para essas doenças é a cintura abdominal e não a obesidade periférica. Para os nipo-brasileiros, gordura no abdome significa perigo para a saúde. Os problemas aparecem quando a medida passa de 102 centímetros, para um homem ocidental, ou dos 90 centímetros, para um oriental”, apontou.&lt;br /&gt;Os pesquisadores detectaram um aumento de glicemia – ou perda de tolerância à glicose –, que foi associado principalmente ao consumo exagerado de carboidratos refinados, sem fibra, como pão e arroz não-integrais.&lt;br /&gt;“A alta prevalência de síndrome metabólica foi associada a um aumento no consumo de gordura saturada, que aumenta o colesterol ruim. A avaliação longitudinal mostrou que o fator que mais contribuiu para isso foi um consumo exagerado de carne vermelha”, disse Antonela.&lt;br /&gt;O estudo transversal analisou de uma só vez, em uma série de exames, a condição da população de descendentes de japoneses naquele momento e mostrou que todos os indicadores ligados à síndrome metabólica haviam aumentado entre 1993 e 2000.&lt;br /&gt;“Havia aumento do colesterol, do diabetes e principalmente dos triglicérides – associados ao açúcar –, que apareceram aumentados em 66% da população. Enquanto o nível normal é de 150 mg/dL, a média entre os nipo-brasileiros ficou em 240 mg/dL. Alguns indivíduos tinham valores próximos de mil”, afirmou.&lt;br /&gt;A prevalência de doença cardiovascular – que pode resultar em infarto, derrame, obstrução arterial periférica e arteriosclerose, atingiu 14% da população analisada. “Se fosse em idosos, essa prevalência não poderia ser considerada muito alta. Mas, para uma população a partir de 30 anos, é altamente preocupante”, disse Antonela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ação efetiva&lt;br /&gt;De acordo com Bianca de Almeida Pitito, doutoranda da Unifesp que participou da terceira fase do estudo, a partir dos resultados da pesquisa de 2000 o grupo começou a planejar um programa de intervenção.&lt;br /&gt;“Ao constatar que o diabetes havia aumentado tão drasticamente em sete anos e que havia prevalência da síndrome metabólica, concluímos que, se nada fosse feito, a tendência era que dentro de mais alguns anos os problemas ficassem ainda mais graves. Por isso, planejamos a intervenção”, disse Bianca à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;Com uma equipe interdisciplinar, contando com nutricionistas e educadores físicos, os pesquisadores fizeram a intervenção focada em orientação para mudanças na dieta e estímulo à atividade física. O programa não incluiu aplicação de medicação.&lt;br /&gt;Segundo Bianca, o objetivo era comparar as condições de saúde dos voluntários no início e no fim do programa. “Como havíamos detectado o problema, não seria ético deixar parte da população sem acesso ao programa, por isso não houve condições para trabalhar com um grupo de controle”, explicou.&lt;br /&gt;Foram feitas três avaliações clínicas: a primeira no início da intervenção, em 2005, a segunda em 2006 e a terceira no fim do programa, em 2007. “Foram feitos exames para verificar pressão sangüínea, peso, circunferência da cintura, colesterol, triglicerídeo e glicose. Foram avaliados 653 indivíduos”, disse.&lt;br /&gt;Depois de um ano de intervenção, segundo Bianca, foi detectada uma melhora sensível em todos os parâmetros: obesidade central, glicemia, perfil lipídico, colesterol, pressão sangüínea e gordura abdominal.&lt;br /&gt;“A redução desses fatores ocorreu apenas com a mudança de dieta e de padrões de atividade física, o que mostra que a mudança de hábitos pode ser fundamental para prevenir a síndrome metabólica”, afirmou.&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora a melhora de todos os indicadores em apenas um ano, ainda que não tenha sido drástica, pode ter grande impacto do ponto de vista populacional. Os resultados da análise de 2007 ainda não foram sistematizados.&lt;br /&gt;Para ler o artigo Distúrbios no perfil lipídico são altamente prevalentes em população nipo-brasileira, de Antonela Siqueira e outros, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-7961018423306484789?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/7961018423306484789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/habitos-diferentes-novos-riscos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7961018423306484789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7961018423306484789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/habitos-diferentes-novos-riscos.html' title='Habitos diferentes, novos riscos'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2469316253834287825</id><published>2009-02-14T03:30:00.000-08:00</published><updated>2009-02-14T03:32:15.243-08:00</updated><title type='text'>Estresse e neurônios</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Estresse prolongado intensifica inflamação cerebral ligada à morte de neurônios&lt;br /&gt;As longas horas desperdiçadas no trânsito das grandes cidades e a insegurança generalizada que faz as pessoas se trancarem em casas cercadas por grades ou se esconderem atrás dos vidros escuros dos carros geram mais do que a simples irritação e o medo passageiros. Somadas ao excesso de trabalho comum dos tempos atuais, essas situações corriqueiras nas metrópoles brasileiras levam a tensão ao limite do suportável, com efeitos nocivos para a saúde.&lt;br /&gt;Nos últimos anos estudos conduzidos na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil mostraram que o estresse por períodos prolongados favorece o surgimento de diabetes, doenças cardiovasculares, ansiedade, depressão, impotência, infertilidade e até mesmo algumas formas de câncer. Agora uma pesquisa conduzida por equipes de duas universidades paulistas – a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – revela outro possível efeito devastador do estresse. Essa reação natural do organismo que facilita a adaptação a situações novas ou ameaçadoras também potencializa processos inflamatórios que podem culminar na morte de células nervosas (neurônios) em duas regiões específicas do cérebro: o hipocampo, associado à formação da memória, e o córtex frontal, responsável pelo raciocínio complexo.&lt;br /&gt;“O estresse, em si, é um mecanismo natural de adaptação, não uma doença”, diz o neurofarmacologista Cristoforo Scavone, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, coordenador da equipe paulista. “O problema surge quando se perde o controle sobre o nível de estresse.”&lt;br /&gt;Os resultados desse trabalho, publicados em abril deste ano no Journal of Neuroscience, põem por terra uma crença antiga entre os neurologistas: de que o sistema nervoso era um conjunto de órgãos privilegiados, não-suscetíveis à inflamação. “Uma membrana que recobre o sistema nervoso central, a chamada barreira hematoencefálica, impede a chegada de várias substâncias e agentes agressores a esse órgão, razão pela qual se acreditava que o encéfalo estivesse livre das inflamações”, diz Scavone. Infelizmente, não é bem assim.&lt;br /&gt;Scavone e a farmacologista Carolina Demarchi Munhoz, que embarcou no final de outubro para um segundo período de pesquisas no laboratório do neurocientista Robert Sapolsky, na Universidade de Stanford, Estados Unidos, constataram uma dupla função do cortisol, hormônio liberado em situações de estresse por glândulas situadas sobre os rins. O susto provocado tanto por uma ameaça real, como um cachorro que salta ao portão de uma casa latindo para quem passa na calçada, quanto por uma imaginária, a exemplo do medo de ser assaltado ao parar o carro no próximo sinal fechado, levam à produção desse hormônio do estresse.&lt;br /&gt;Há muito se sabia que em doses relativamente baixas o cortisol é um potente composto capaz de conter a inflamação – a cadeia de reações do sistema de defesa do organismo destinada a combater microorganismos invasores, a exemplo de vírus, fungos e bactérias. No artigo do Journal of Neuroscience, Carolina e Scavone provaram também que o cortisol em quantidades elevadas e por longos períodos pode causar o efeito contrário, em especial no cérebro. É também o que se observa quando os médicos receitam o uso de compostos derivados do cortisol para controlar o sistema imunológico que se volta contra o próprio corpo e provoca as chamadas enfermidades auto-imunes, como a inflamação das articulações (artrite) ou casos graves de vermelhidão e descamação intensa da pele (psoríase).&lt;br /&gt;“Esse trabalho tem uma provável relevância clínica por sugerir que o uso de versões sintéticas do hormônio associado ao estresse, o cortisol, pode agravar a inflamação no cérebro”, diz Sapolsky, à Pesquisa FAPESP. No entanto, isso não significa que as pessoas devam se rebelar contra os médicos e interromper o tratamento, uma vez que, lembra Carolina, “geralmente avalia-se a relação entre os custos e os benefícios de um medicamento antes de prescrevê-lo”.  Mas, na opinião de Scavone, é hora de prestar atenção a esses efeitos e iniciar uma busca de alternativas que não produzam esses efeitos indesejáveis.&lt;br /&gt;Scavone e Carolina observaram a ação nociva do cortisol sobre o cérebro em um extenso trabalho no Laboratório de Neurofarmacologia Molecular da USP no qual submeteram um grupo de ratos saudáveis a diferentes situações que provocam estresse semelhante ao que as pessoas vivem no dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maratona no laboratório - Ao longo de duas semanas eles selecionaram roedores aleatoriamente para deixar o conforto de suas caixas e passar por alguma atividade que os tirava da rotina, obrigando o organismo a se adaptar às novas condições. Em um dia, por exemplo, Carolina os colocava em um tanque para nadar sem descanso por quinze minutos. No outro, os ratos ficavam uma hora e meia em um ambiente alguns graus mais frio que o habitual. Também tiveram de permanecer imóveis durante uma hora ou ficar meio dia sem comida e água. Os animais experimentaram ainda o desconforto de uma noite com as luzes acesas ou de um período diurno no escuro – uma inversão total de hábitos, uma vez que os ratos são animais noturnos e saem à procura de comida à noite e descansam durante o dia.&lt;br /&gt;Esse desarranjo todo, chamado pelos biólogos de estresse imprevisível prolongado, não é muito diferente do que se experimenta em períodos conturbados nos quais é preciso abrir mão de algumas horas de sono para dar conta do trabalho extra e até substituir uma dieta equilibrada por lanches ou salgados com o objetivo de fazer sobrar um tempinho para acertar a conta que só pode ser paga no banco ou finalmente realizar aquela visita ao dentista adiada por meses.&lt;br /&gt;A primeira conseqüência de tantas mudanças foi detectada no sangue. Um dia após a bateria de testes os níveis de corticosterona – o correspondente nos ratos ao cortisol humano – continuavam elevados, em uma concentração que variava de 25 a 30 microgramas por decilitro de sangue. “Esses valores são de cinco a seis vezes mais altos que o normal, semelhantes aos que se observa no organismo de pessoas sob tratamento para suprimir a atividade do sistema de defesa e evitar a rejeição a um transplante”, explica Carolina.&lt;br /&gt;Os efeitos do estresse, porém, são ainda mais amplos e envolvem uma complicada rede de interações entre o sistema nervoso central e o resto do corpo. Tão logo surge uma situação ameaçadora ou que altere a rotina, o hipotálamo aciona a produção do hormônio adrenocorticotrofina (ACTH) na glândula pituitária, na base do cérebro. Em instantes o nível de ACTH no sangue aumenta e aciona as glândulas localizadas sobre os rins (supra-renais), que iniciam a fabricação de cortisol.&lt;br /&gt;No sangue esse hormônio bloqueia as reações químicas características da inflamação e reduz a atividade do sistema de defesa, razão por que se imaginava que funcionasse principalmente como antiinflamatório quando utilizado por semanas ou, no máximo, uns poucos meses – embora seu uso por mais tempo provoque uma série de efeitos indesejáveis como aumento da pressão sangüínea, depressão, diabetes, insuficiência cardíaca, além de facilitar o surgimento de infecções, já que deixa o sistema de defesa desarmado diante de bactérias e fungos.&lt;br /&gt;Em parceria com a farmacologista Maria Christina Werneck Avellar, da Unifesp, Scavone e Carolina constataram que esse hormônio, por caminhos ainda não totalmente compreendidos, aciona no interior dos neurônios uma proteína chamada fator de transcrição kappa B, que é fabricada em processos inflamatórios. Esse fator de transcrição, por sua vez, ativa pelo menos três genes responsáveis pela produção de proteínas – a interleucina 1-B, o fator de necrose tumoral alfa e a óxido nítrico sintase induzida – associadas à inflamação e à toxicidade celular. Em concentrações baixas essas moléculas geram um efeito benéfico e ajudam a combater microorganismos invasores. Em excesso, porém, parecem destruir as células que deveriam proteger.&lt;br /&gt;O próprio Sapolsky, um dos mais respeitados estudiosos dos efeitos do estresse sobre o sistema nervoso central, surpreendeu-se com os resultados parciais desse trabalho há cerca de dois anos, durante a primeira temporada de Carolina em seu laboratório em Stanford. A descoberta da ação inflamatória do estresse sobre o sistema nervoso central ajudava a completar o quebra-cabeça que Sapolsky havia começado a montar dez anos antes. Embora tenha se dedicado por um longo período a analisar os efeitos do estresse crônico gerado por disputas sociais entre babuínos do Quênia, animais que vivem em sociedade com relações de poder um tanto complexas, foi em ratos que Sapolsky demonstrou que o estresse prolongado intoxicava os neurônios por aumentar os níveis de glutamato no hipotálamo.&lt;br /&gt;Carolina comprovou duplo efeito do cortisol ao comparar o nível de inflamação cerebral em ratos submetidos a estresse duradouro com o observado em roedores saudáveis. Depois de induzir uma inflamação generalizada no organismo dos animais por meio de uma injeção de partículas de bactéria no sangue, ela analisou a ação dos três genes inflamatórios no sistema nervoso central. Os ratos livres do estresse apresentaram uma inflamação leve em todo o encéfalo, como havia observado três anos antes outro neurofarmacologista da equipe da USP, Isaías Glezer, atualmente em período de especialização na Universidade Laval, no Canadá. Essa inflamação, no entanto, foi mais intensa no hipocampo e no córtex frontal dos roedores cronicamente estressados. Resultados preliminares de outro teste ainda em andamento sugerem que de fato é essa inflamação a responsável pela morte dos neurônios nos animais debilitados pelo estresse. “É possível que o cérebro de uma pessoa que vive sob estresse seja mais suscetível a esses danos”, comenta Carolina.&lt;br /&gt;Embora tenham sido feitos com ratos, esses experimentos fornecem uma boa pista do que deve ocorrer também com os seres humanos, altamente propensos a sofrer uma forma de estresse associada ao estilo de vida ocidental: o estresse psicológico provocado pela antecipação. Diferentemente de uma ameaça real à vida, a antecipação é uma espécie de estresse imaginário. O simples pensar em uma situação que pode ocorrer ou não, como o medo de sofrer seqüestro relâmpago toda vez que se vai a um caixa eletrônico, já é suficiente para acionar os mecanismos bioquímicos relacionados ao estresse, que, estima-se, atinge entre 10% e 20% da população nos países desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais leveza - O preço dessa adaptação não é só o corpo que paga, uma vez que doenças provocadas pelo estresse consomem uma parte das verbas do sistema público de saúde. No ano passado as pesquisadoras Sophie Béjean e Hélène Sultan-Taïeb, da Universidade de Burgundy, na França, apresentaram no European Journal of Health Economics um exemplo claro desse custo social do estresse: calcularam os gastos com o tratamento de três doenças (cardiovasculares, musculares e mentais) decorrentes, ao menos em parte, do estresse associado às condições de trabalho. Dos 24,5 milhões de pessoas em idade produtiva em 2000 na França, de 300 mil a 400 mil tiveram problemas de saúde relacionados ao estresse por causa do trabalho – e entre 2.300 e 3.600 morreram. Os gastos com tratamentos e perda de dias de serviço custaram de € 1,2 bilhão a € 2 bilhões, valores que correspondem de 14% a 24% do que o sistema público de saúde francês consome com doenças ocupacionais.&lt;br /&gt;Enquanto não se descobre uma cura para o estresse – se é que algum dia haverá, uma vez que não se trata propriamente de uma doença –, uma saída é prevenir, levando a vida de forma mais leve e realizando atividades físicas,  aconselha Sapolsky, um estressado confesso. “Temos de ser mais superficiais”, desafiou o neurocientista de Stanford em uma entrevista publicada em abril pela Folha de S.Paulo. “Por mais superficiais quero dizer menos cerebrais. Conseguimos isso, paradoxalmente, sendo mais cerebrais. Explico. Se você conseguir raciocinar científica e constantemente, conseguirá discernir se o que o está estressando é uma realidade, digamos, física ou apenas psicossocial. Se for física, pode se estressar. Se for psicossocial, esqueça.”&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2469316253834287825?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2469316253834287825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/estresse-e-neuronios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2469316253834287825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2469316253834287825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/estresse-e-neuronios.html' title='Estresse e neurônios'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-7863185819207818638</id><published>2009-02-14T03:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-14T03:29:49.922-08:00</updated><title type='text'>Não somos inteiramente humanos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Geneticistas disseram, depois de examinar o DNA de centenas de bactérias que habitam o organismo do homem, que talvez não sejamos totalmente humanos.&lt;br /&gt;As bactérias são tão importantes para funções como digestão e sistema imunológico que talvez possamos ser considerados organismos realmente simbióticos - ou seja, que têm uma relação de dependência mútua com outra espécie -, segundo artigo publicado na edição de sexta-feira da revista Science.&lt;br /&gt;O estudo de bactérias nativas do organismo humano pode fornecer pistas importantes sobre doenças, nutrição, obesidade e o funcionamento de medicamentos, de acordo com a equipe do Instituto de Pesquisa Genômica (TIGR, na sigla em inglês), de Maryland (EUA).&lt;br /&gt;"Somos de certa forma como um amálgama, uma mistura de bactérias e células humanas. Algumas estimativas dizem que 90% das células no nosso corpo na verdade são bactérias", disse Steven Gill, ex-pesquisador do TIGR e agora cientista da Universidade do Estado de Nova York, por telefone.&lt;br /&gt;"Somos totalmente dependentes desta população microbiana para o nosso bem-estar. Uma mudança dentro desta população, frequentemente levando à ausência ou presença de micróbios benéficos, pode desencadear efeitos no metabolismo e o desenvolvimento de doenças como inflamações intestinais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito tempo os cientistas sabem que pelo menos 50% das fezes humanas são constituídas de bactérias. Elas começam a colonizar o intestino e o cólon pouco depois do nascimento, e os adultos carregam até 100 trilhões de micróbios, de mais de mil espécies.&lt;br /&gt;Eles não estão lá só de carona. Ajudam os humanos a digerir o que comem, inclusive algumas vitaminas, açúcares e fibras. Também sintetizam vitaminas que as pessoas por si só não conseguem produzir.&lt;br /&gt;"Os humanos evoluíram durante milhões de anos com estas bactérias, e elas realizam funções essenciais", disse Gill. Os cientistas sequenciaram o DNA achado em fezes doadas por três adultos. Descobriram que grande parte era o material genético de bactérias. Eles compararam as sequências genéticas às de bactérias conhecidas e ao genoma humano, e descobriram que esse chamado microbioma do cólon (a soma do material genético do intestino grosso) inclui mais de 60 mil genes, o dobro do encontrado no genoma humano.&lt;br /&gt;"De todas as sequências de DNA no material, apenas de 1 a 5% não era bacteriano", disse Gill. "Ficamos surpresos."&lt;br /&gt;Eles também encontraram um número surpreendente de archaea, ou archaebactérias, que são geneticamente diferentes das bactérias, mas também são organismos unicelulares, normalmente encontrados em ambientes com condições extremas, como fontes termais.&lt;br /&gt;Os doadores eram adultos saudáveis, que não haviam tomado antibióticos no período de um ano, pois esse tipo de medicamento perturba as bactérias do corpo.&lt;br /&gt;Gill disse que sua equipe agora pretende fazer uma comparação com as bactérias intestinais de diversas pessoas.&lt;br /&gt;"O estudo ideal seria comparar 20, 30 pessoas de diferentes origens étnicas, diferentes dietas, se bebem, fumam, e assim por diante, porque acho que haverá diferenças notáveis", afirmou Gill.&lt;br /&gt;O próximo estudo, segundo o pesquisador, vai se debruçar sobre as bactérias da boca, onde há pelo menos 800 espécies. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-7863185819207818638?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/7863185819207818638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/nao-somos-inteiramente-humanos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7863185819207818638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7863185819207818638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/nao-somos-inteiramente-humanos.html' title='Não somos inteiramente humanos'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-3120152605115627876</id><published>2009-02-13T11:15:00.001-08:00</published><updated>2009-02-13T11:15:54.064-08:00</updated><title type='text'>Coma Pouco e Viva Muito [e Melhor!]</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;O problema da ingestão de comida pela boca envolve três aspectos básicos: qualidade, quantidade e periodicidade. Todos esses aspectos foram explicitados por Jesus no livro "O Evangelho Essênio da Paz" [Edmond Bordeaux Szekely, Ed. Pensamento, 1997]: durante cada semana, comer durante seis dias os alimentos crus em, no máximo, duas refeições por dia e comendo pouco em cada refeição; e, no sétimo dia, fazer jejum absoluto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores naturistas do século passado, Herbert M. Shelton, também tratou com muitos detalhes este problema da alimentação, que relaciona-se diretamente com o tema da longevidade humana. Diz ele que Sylvester Graham costumava dizer: "Um beberrão pode atingir uma idade avançada, um glutão jamais." O beberrão se salva da cova do glutão porque a sua bebida acaba com o seu estômago e evita que eles comam em demasia. O tabaco também costuma prevenir a glutomia. Diz ele, também, que o Prof. Huxley, da Inglaterra, pegou algumas minhocas jovens da terra e fez uma interessante experiência com elas. Ele alimentou uma família delas da forma usual, como elas se alimentam normalmente. Uma outra família ele isolou e alimentou da mesma forma, exceto que ele forçou esta família a fazer pequenos períodos de jejum. Ela foi alimentada e posta sob jejum alternadamente. Estas minhocas isoladas estavam ainda vivas depois de 19 [dezenove] gerações, após suas irmãs nascerem, viverem seus ciclos normais de vida e morrerem. A única diferença no modo de vida e na dieta desta minhoca, quando comparado com as suas minhocas irmãs, foi os jejuns periódicos da minhoca longeva. O Prof. Huxley concluiu que a superalimentação entope o corpo e produz a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os animais que foram submetidos a um regime de pouca alimentação [baixa caloria], houve aumento do período de vida. No ser humano este fato também acontece. O caso de Louis Cornaro, um nobre de Veneza na Idade Média, exemplifica este ponto. Uma vida cheia de vinhos, mulheres e pouco sono, comum em cavalheiros e nobres, levou-o à beira da cova aos 40 anos. Seus médicos disseram para ele que ele tinha apenas alguns meses de vida. Tendo mais inteligência que seus médicos, ele raciocinou que se uma vida de indulgências e dissipação o levou a essa condição, uma vida de abstinência e de temperança o iria salvar. Ele, portanto, abandonou suas folias e adotou uma das dietas mais frugais da história, com o resultado que ele viveu mais que todos os seus médicos. Ele viveu até os 100 anos e permaneceu forte, saudável e de posse de todas suas faculdades até o último dia. O seu consumo diário de alimento, após os 40 anos, não correspondia a nem uma refeição média do homem ou mulher de hoje. Ele comia apenas duas, e às vezes uma vez por dia. Em adição a essa alimentação frugal, ele fazia um jejum longo a cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na revista "The Scientist", de 9 de maio de 2005, Jill U. Adams escreveu um artigo chamado "Autofagia &amp;amp; Longevidade". Nele afirma-se que "durante a autofagia – literalmente 'comer a si própria' – as células entregam os constituintes do citoplasma – incluindo organelas inteiras – para sofrerem o processo de degradação. Este processo de reciclagem é acionado por um período de falta de nutrientes. Isto relaciona-se com o processo de envelhecimento da célula. A autofagia é um mecanismo fundamental, acionável via restrição calórica, para promover a longevidade. Muitas vezes a autofagia é vista apenas como um processo de manutenção do organismo. Na realidade, o fracasso na manutenção do corpo irá contribuir para doenças como câncer e doenças neurodegenerativas. Além disso, a autofagia diminui com a idade, devido a razões ainda não muito claras, que é importante na mecânica do envelhecimento em si.&lt;br /&gt;Quando a comida é restringida, a autofagia é acionada como um mecanismo de sobrevivência. Quando a comida é restringida moderadamente por longo período, os organismos, das minhocas aos mamíferos, vivem mais. Evidências sugerem que um aumento da autofagia leva à extenção da vida, por restrição calórica. Em ratos sujeitos a restrição calórica, a eficiência autofágica é mantida até uma idade avançada e os ratos acabam vivendo por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema do envelhecimento é a produção de radicais livres e a imperfeição dos mecanismos de auto-reparo orgânico. A autofagia é uma "segunda linha de defesa" relacionada com as células. Cerca de 100.000.000 de radicais livres são gerados por dia em nosso corpo. Se a autofagia diminui com a idade, então os detritos do metabolismo celular começam a se acumular mais rapidamente. Por degradar as organelas defeituosas que geram espécies com oxigênio reativo, a autofagia se encaixa muito bem na teoria mitocondrial do envelhecimento. A capacidade da autofagia de catabolizar organelas inteiras, e mitocôndrias em particular, é um ponto forte como mecanismo anti-envelhecimento.&lt;br /&gt;As mitocôndrias são alvos freqüentes da autofagia. A autofagia é um mecanismo que remove as mitocôndrias danificadas que devem ser eliminadas. Mitocôndrias danificadas podem gerar ainda mais radicais livres que causam problemas, algo que pode ser particularmente problemático em tecidos que não se dividem, como coração e cérebro, onde os efeitos dependentes da idade se manifestam mais fortemente. As doenças relacionadas à idade nesses tecidos – como cardiomiopatia e neurodegenerescência – têm sido vinculadas a desordens na autofagia.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-3120152605115627876?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/3120152605115627876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/coma-pouco-e-viva-muito-e-melhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3120152605115627876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/3120152605115627876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/coma-pouco-e-viva-muito-e-melhor.html' title='Coma Pouco e Viva Muito [e Melhor!]'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-5434693984840585541</id><published>2009-02-13T11:03:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T11:08:56.490-08:00</updated><title type='text'>Alimentação num Mosteiro Zen</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conferência proferida pelo Mestre Zen Ryotan Tokuda, em San Marcos de la Sierra, Argentina, em 8 de novembro de 1983.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hoje eu vou falar sobre a comida no mosteiro Zen.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Dentro do mosteiro Zen, o cargo de chefe de cozinha é muito importante e sempre foi ocupado por grandes mestres.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Este cargo é muito diferente no mundo em geral.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Aqui, a cozinha geralmente pode ser deixada para empregados, mas no mosteiro, ou entre japoneses, isto é diferente, pois é a dona de casa quem a prepara sempre,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;talvez por causa da influencia do ensinamento do Budismo Zen. No Brasil, uma senhora japonesa estava aprendendo yoga, e ela tinha um motorista e um carro Mercedez-Benz, mas quando chegou a hora disse: “eu tenho que voltar para casa para preparar a comida para meu marido.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Ela era esposa de um grande empresário japonês, mas ela mesma preparava a comida para seu marido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dentro do mosteiro nós temos 2 secções. Uma para receber os novatos. O mestre ensina a doutrina, as disciplinas, etc.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;A outra secção é a parte administrativa, executiva.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Aí&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;temos os cozinheiros, os tesoureiros e também marceneiros e todas as demais atividades.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Num mosteiro grande existem mais de 80 tipos de cargos diferentes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Entre eles, o chefe da cozinha é um dos 6 diretores, e talvez o mais importante de todos. Por que?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Porque a alimentação é muito importante para nossa vida.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Quando chega um novato, eles não ocupam cargo algum. Somente ficam na sala de meditação e meditam dia e noite.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;E os cozinheiros são monges veteranos, com mais de 3 ou de 5 anos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;E são estas pessoas que preparam a comida para os novos Budas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os novos Budas são aqueles monges novatos que estão meditando na sala de meditação, com dores no joelho.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;A sala de meditação nós a chamamos o lugar onde se escolhem Budas. Os cozinheiros preparam a comida de acordo com as tradições, com muito carinho, e antes de mandá-la para os monges, oferecem-na ao Deus da cozinha e fazem nove vezes reverencias antes de enviá-la também para estes novos Budas. Para receber este tipo de comida, os monges novatos precisam realmente se concentrar: “como podemos receber esta alimentação?”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Antes de comer as refeições nós temos uma pequena oração&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;que recitamos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Em primeiro lugar pensamos, até que esta alimentação tenha chegado até nós, quantas pessoas trabalharam.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por exemplo, um grão de arroz:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;a letra arroz em japonês e chinês significa 88.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Isto quer dizer que se a pessoa analisar cuidadosamente um grão de arroz, poderá dividi-lo em 88.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Quer dizer que até um arroz ficar bem feito, existe por trás disto 88 processos de trabalho que precisam ser realizados. Tem que primeiro escolher as sementes, tem começar a plantar, tem que tirar o mato e replantar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Tudo isto e depois tem que secar, escolher.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Tem que bater a casca e dá muito trabalho. Com o&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;arroz é assim e com outros alimentos também.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Em segundo lugar, pensando bem, eu que sou moço, será que tenho direito a receber, ou tenho mérito para tal?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Senão, estamos comendo com nosso desejo, mas na verdade estamos criando um karma pesado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Analisando todo este processo de trabalho, nós o merecemos?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Em terceiro lugar, para receber esta refeição, devemos evitar apegos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Todas as brigas e guerras surgem por causa da fome.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isso temos que saber controlar o apego, principalmente da comida, isto é o mais importante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quanto ao apego, quando ele não está controlado, caímos diretamente no estado de animal, de bicho, entre os quais, até mãe e filho, brigam por comida. Por isto, temos que saber controlar este apego.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Em quarto lugar, recebemos esta comida não para satisfazer o estômago, mas como um bom remédio.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Esta é uma filosofia de medicina Budista ou de medicina oriental.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nós temos três tipos de remédios: o primeiro é quando estamos realmente doentes; tomamos somente para curar, mas não durante muito tempo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;São como venenos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Podem curar, mas se continuarmos a tomá-los longamente, começam a atacar outros órgãos. Hoje em dia, na medicina moderna, temos, por exemplo, o antibiótico, que é poderoso, cura inflamações e este tipo de coisas, mas se continuarmos a tomá-los, não curam mais, e continuaremos doentes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Às vezes precisamos tomá-los com leite ou depois da refeição.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Isto quer dizer que se for forte demais ataca o estômago ou o fígado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Então, a primeira categoria de remédios é na verdade remédio, mas ao mesmo tempo também veneno.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;O segundo remédio é o remédio comum.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Pode-se tomá-lo enquanto estivermos doentes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mas quando nos curamos, não precisamos mais tomá-los.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Hoje em dia, na medicina moderna, existem muitas doenças que podem ser curadas, como a tuberculose, antigamente perigosa, mas hoje em dia não tanto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas outros tipos de doença, como, por exemplo, a pressão alta ou a diabetes, ou problemas de fígado, rim, crônicos ainda não podem ser curados.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Principalmente o câncer.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;O terceiro tipo de remédio é de fato os melhor. E é a alimentação.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A alimentação nós a consumimos todos os dias; às vezes estamos fazendo dieta, mas comendo diariamente. E nunca faz mal, muito pelo contrário, mantém a saúde e por isto é que podemos encontrar os melhores tipos de remédios dentro da cozinha.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Onde exatamente na cozinha?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Não é mistério não: é dentro da cesta.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;O repolho, a cenoura, o nabo ou gengibre, estas coisas todas. Nós aceitamos estes alimentos como o melhor remédio. Quando&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;aceitamos e comemos esta refeição podemos realizar o caminho.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Não é para satisfazer nosso estômago.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Os monges Zen criticam muito este tipo de pessoas que vivem somente para comer.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A este tipo de gente se chama: máquina de fazer cocô.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Estas pessoas até que morrem assim:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;comem e fazem cocô, nada fazem que não seja isto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por isto mesmo é que da mesma forma que comer é importante, a forma correta de evacuar também o é.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Isto ninguém nos ensina. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Nem nossa própria mãe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cocô todo mundo faz, mas não sabem fazer direito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Isto é algo que nós aprendemos dentro do mosteiro.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Interessante é que dentro do mosteiro existem 7 construções principais.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A entrada, o portão, depois a sala de Buda, a sala de cerimônia, a sala de meditação, a cozinha, o banho e o banheiro.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Estas são as 7 construções principais.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Entre estas principais, aquela torre ou pagode onde se guardam os ossos do Buda e a biblioteca não contam. O treinamento Zen dá muita importância a esta parte, da vida quotidiana. Quando praticamos o retiro de meditação intensivo, muitas pessoas, principalmente as moças, ficam com prisão de ventre.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Neste caso, nós temos a massagem aqui na boca do estômago até embaixo, nos intestino, em 7 pontos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;De cima para baixo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Depois passa para o lado direito e até a costela, com 5 pontos para cima.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Neste caso, já está no banheiro e está sentado na privada.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E aí, 5 pontos para baixo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E três mais para cima e 3 para baixo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Depois, com a palma, faz-se massagem, primeiro amplamente e depois diminuindo. E segurando este ponto de acupuntura do intestino grosso, inspira e levanta o braço esquerdo mais alto que o ombro.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Dentro do banheiro no mosteiro, sempre tem um pedaço de madeira para segurar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E com isto, o diafragma abre e dá pressão.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E assim, saem naturalmente as fezes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Muita gente não sabe, mas quantas pessoas não morrem dentro do banheiro porque não sabem fazê-lo direito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Elas têm vergonha e por isto escondem e não divulgam o que têm, e aí alguém entra e bate na porta: “o que está acontecendo aí dentro?”.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E quando abre a porta, constatam que a pessoa está já estrebuchando com um vaso qualquer do cérebro estourado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Isto não tem nada de engraçado, isto é muito sério.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por isto, sentado, tranqüilo, faz-se da forma correta e então sente-se aquela vida e aquela felicidade. É um contato direto com a natureza.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E ao entrar no banheiro, devemos lavar as mãos, cantar versos para nos concentrarmos e para fazer estas coisas bem feitas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Voltemos para o tema principal desta palestra, que é a alimentação.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Depois destas 5 concentrações, seguramos a tigela com os 3 dedos. Até hoje na Índia não se usam garfo e este tipo de coisas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Comem com os dedos, com 3 dedos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Existe uma técnica muito boa para isto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Os outros dedos eles não os usavam porque antigamente não existia papel, então se lavavam com estes dedos; por isto, não os utilizavam para comer. Mas há uma maneira de nos lavarmos após a defecação com 7 bolinhas de cinza com água.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Hoje em dia, não usamos mais, mas tem um método tradicional para isto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;     &lt;/span&gt;Até hoje, nós no mosteiro não nos limpamos com papel higiênico com a mão direita, mas com a mão esquerda.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;É engraçado, mas estas coisas todas estão corretas e nos foram transmitidas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Portanto, segura-se a comida e a tigela&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;com estes dedos por este motivo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;A primeira&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;porção de comida é para se fazer todas as coisas boas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A segunda, para cortar fora todas as coisas negativas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E a terceira, para ajudar a todos os seres.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E comemos tudo para podemos com isto realizar o Caminho.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Assim, antes de comer, pegamos 7 grãos de arroz&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;e os colocamos num pedaço de pau pequeno que é usado para se lavar a tigela depois da refeição; em seguida, neste pauzinho, tem uma parte que molhamos com sopa com este dedo e comemos os 7 grãos de arroz.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Então, isto quer dizer que esta comida está sendo oferecida para os demônios famintos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E com o mantra, todos os demônios famintos ficam saciados.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Bíblia também tem esta história.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; Tinha somente um pão, mas quando Jesus Cristo chegou, todas as pessoas comeram. Mas como é que nós chegamos a&lt;/span&gt; tombar neste estado mental de demônios famintos?&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Porque se estava apegado a si mesmo, não querendo dar a outros, não pode pois receber.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isto, o treinamento Budista é em primeiro lugar começar a doar, isto é, o desapego.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Talvez este seja o segredo da vida.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Quando se pode dar, com isto recebe-se muito mais.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E nada faltará com este tipo de perspectiva. Com esta alegria de doar, a pessoa recebe muito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E fica feliz.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Então, primeiro 7 grãos de arroz, ou se for macarrão, mais ou menos &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:metricconverter st="on" productid="5 cm"&gt;5 cm&lt;/st1:metricconverter&gt;. e coloca-se ali, no pauzinho.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Aí mentaliza-se e oferece para as pessoas que estejam passando fome.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E também, dentro da família, se o filho ou algum membro estiver viajando para longe, principalmente os jovens, a mãe, sempre prepara uma comida especial.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quando a família come junto, uma parte é retirada e oferecida ao Buda ou a Deus, para que o filho que esteja viajando não sinta nenhuma falta de alimentos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Estes costumes são muito bonitos, com muito amor e muito carinho. Dividindo antes de comer estes 7 grãos de arroz, não estamos apenas pensando em nós mesmos, estamos também pensando nos outros.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E depois disto, começamos a comer.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;As comidas preparadas por estes tipos de cozinheiros têm muitas virtudes e méritos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Geralmente, na parte da manhã, comemos papa de arroz.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Papa de arroz e gersal com shoyu.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E dois pedaços de picles de nabo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Apenas isto, nada mais.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas esta papa no desjejum é uma alimentação perfeita.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Tem dez tipos de virtudes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Agora, não me lembro de todos os dez tipos de virtudes, mas é fácil de digerir, tira a febre e não se pega gripe, é leve, dá força, tudo isto, dez tipos. A filosofia do Zen não é somente comer não, mas comer a menor quantidade de coisas possíveis e com isto se trabalhar o máximo que se pode.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Claro está que o Budista precisa comer, mas esta é a diferença com relação ao mundo comum.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Eis que no mundo em geral a pessoa crê que quanto menos trabalho tiver, melhor.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Assim, todo mundo quer trabalhar pouco e ganhar muito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas dentro da prática Zen, se não trabalhamos um dia, não comemos um dia.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Esta palavra não é como aquela dos comunistas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Os comunistas estão reclamando seus diretos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas não é isto que ocorre dentro da prática Zen. Se não trabalhar é a pessoa mesmo que não aceita a comida que está sendo oferecida.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Tem uma história muito famosa, de um mestre bastante velho com 80 e poucos anos. Ele trabalhava junto com todos os demais monges jovens.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por isto, os monges tiveram pena dele e lhe disseram:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;“por favor, não trabalhe mais.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mas ele continuava a trabalhar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Aí um dia os demais monges ocultaram suas ferramentas, para que deixasse de trabalhar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Quando não encontrou suas ferramentas, voltou ele a seus aposentos e não aceitou mais comer, &lt;st1:personname st="on" productid="em hipótese alguma.  Aí"&gt;em hipótese alguma.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Aí&lt;/st1:PersonName&gt; lhe disseram: “Por favor, coma.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Ele disse: “Um dia sem trabalho é um dia sem comer.” Quando lhe devolveram suas ferramentas, ele as pegou e começou a trabalhar alegremente.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Nem todos os mosteiros são ricos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Alguns são muito pobres.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Existe um sistema: quando aumenta o número de monges, a quantidade de arroz é a mesma, apenas aumenta a água. Um dia um monge estava comendo a papa de arroz e tinha um feijão na mesma. Ele ficou todo contente e tentava pegar o feijão, mas o diabo do feijão ficava escapulindo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Isto por que havia um&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;teto de madeira que estava refletindo&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;a luz em seu prato e assim parecia um feijão na papa.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Desta forma, às vezes passamos fome consumindo comida muito simples, mas todos os monges na Sangha estão sempre cheios de saúde.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;São fortes e muito longevos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Quando morava no mosteiro, eu tinha mais 10 quilos que agora.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Agora estou muito magro.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Se estivesse pesando mais 10 quilos, estaria no meu peso normal.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Talvez neste mundo, com suas preocupações, gasta-se calorias a&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;mais.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Fora do mosteiro sempre foi assim.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Quando entrava no mosteiro, realmente engordava bastante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A comida é assim. Quando tem festa no mosteiro, em geral é um banquete muito especial. Aí, nunca falta nada, são banquetes perfeitos e maravilhosos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estava falando dos 10 méritos, desta papa de arroz de manhã. O almoço tem 3 méritos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Nestes 3 méritos, o cozinheiro escolhe materiais e os prepara com aquele método correto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Depois, em terceiro lugar, tudo é feito com muito amor. Com estes três fatores, a comida fica muito bem feita.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mesmo a dona de casa, quando quer receber visitas por motivo de festa, talvez veja sua empregada não muito afim de trabalhar, querendo mais namorar ou coisa assim. Mas com esta festa, ela é obrigada a ficar e trabalhar de manhã até de noite, com raiva. Assim a comida vai ficar muito mal feita.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Então é a própria dona de casa quem tem que cuidar de tudo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Realmente, a comida Zen dá muito trabalho .&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por exemplo, temos tofu, que é o queijo de soja.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Só de queijo de soja temos mais de 100 pratos diferentes..&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Depois dos três méritos, temos 6 sabores.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Dentro da medicina oriental, yin e yang e 5 elementos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mas o Zen coloca mais um, então ficam 6 sabores.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Os sabores são os seguintes: salgado, amargo, doce, picante, vinagre.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Estes são os cinco sabores.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Esta é a teoria dos 5 elementos da medicina oriental.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Temos 5 cores: azul, vermelho, amarelo, branco e preto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E cada um dos 5 elementos tem ligação com os 5 órgãos, yin e yang; ao todo são 10 órgãos: fígado, coração, pâncreas, pulmão e rim.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Cada cor está ligada com cada órgão. Cada sabor está ligado com um órgão.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Cada sentimento está ligado com cada órgão.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isto, o importante é saber a comida correta e a quantidade e a hora em que é servida.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;O melhor médico não cura a doença.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Porque&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;ele cura a pessoa antes que fique doente. O grande médico não cura a pessoa, mas cura as razões de vida errada que a pessoa está levando e que trouxeram esta doença. A terceira categoria de médico, mais inferior, trata a pessoa doente e a cura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então, esta idéia de alimentação, é muito importante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Sentimentos, até mesmo os sentimentos, estão ligados a nossos órgãos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por isto, saindo um pouco fora do assunto, a raiva está ligada ao fígado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Quando a pessoa está muito impaciente, pode apalpar o fígado, se ele está doendo ou não.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Fica com muita raiva quem tem problemas de fígado. Quem tem responsabilidades, tem que ficar mandando e gritando com outros e isto ataca o fígado. O rim está ligado ao medo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quando se tem medo ou insegurança, este tipo de coisas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;O coração, por sua vez, está ligado ao susto, o pâncreas à preocupação ou aos conflitos ou ao pensamento.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;O pulmão é a tristeza.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por exemplo, a pessoa que está com tuberculose, geralmente fica com a pele branca e o olho transparente e com um olhar agudo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E se gripa muito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Somente com uma olhadela e já se sabe mais ou menos onde está o problema.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quando está triste e se abre e fala do assunto, com isto pode piorar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mas quando se tem problema de pâncreas, por exemplo, mesmo que se fale, não se pode esquecer.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Vejamos: o marido morre, de repente, em um acidente de avião ou algo assim, e se a viúva&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;contar para os outros não vai, é claro, se aliviar e não vai resolver nada do problema original, porque ele está morto.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Então fica pensando somente naquilo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Com isto, o sangue fica todo estagnado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E é assim que fica doente.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Primeiro isto ataca o coração com o susto, e depois vem o pensamento fixo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Perde-se a força em cima do umbigo e com esta falta, fazendo pressão não se vê resistência ali.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Está como uma melancia podre. Não tem energia.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Esta teoria dos 5 elementos é maravilhosa, mas hoje não posso explicar tudo por falta de tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E assim, nós temos os 5 sabores.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;E além destes, temos mais um, que é um sabor muito superficial.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isto mesmo, não é um sabor.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas interessante, não sei se alguém já teve experiência disto: a melhor comida não é a forte, muito pelo contrário, é a suave.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Aqui na Argentina existem muitas pessoas que consomem enormes quantidades de carne. Antigamente haviam guerras por causa de especiarias.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;As grandes companhias de navegação as buscavam &lt;st1:personname st="on" productid="em outros continentes.   As"&gt;em outros continentes.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;As&lt;/st1:PersonName&gt; especiarias são utilizadas para disfarçar o cheiro de carne e temperá-la.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isto, surgiram.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Depois de 30 ou de 40 anos não temos mais condições de ficar digerindo coisas tão fortes quanto carnes em demasia.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Neste caso, quando comemos, usamos temperos bem suaves. Aí é que realmente sentimos o verdadeiro sabor das coisas: com um pouquinho de tempero.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Arroz integral cozido e bem feito, fica com aquele sabor maravilhoso.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No Brasil, eu me assustava, os brasileiros são como formigas: quando eles tomam café, colocam açúcar com aquele açucareiro que se fica sacudindo, tchá, tchá, tchá,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;até a metade da xícara.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Café com açúcar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas na verdade é açúcar com café.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Realmente, o açúcar branco dizem que dentro dele tem muita coisa. Misturam muita coisa com açúcar. Até no suco de laranja.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;E isto acaba tirando o sabor das coisas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Tão condicionada a pessoa fica, contaminada, as crianças acabam perdendo os dentes, realmente é incrível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Exatamente por esta razão é que colocamos este sexto sabor, o sabor suave, como uma sabedoria muito importante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Às vezes a dona da casa faz doces, tortas, mas às vezes coloca muito açúcar e ninguém aguenta comer tudo, é enjoado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas quando fica bem feito, com aquele sabor bem suave, fica tão gostoso e delicado.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Este é o segredo da preparação.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Por isto a colocação deste sexto sabor, que é o sabor&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;SUAVE. Depois dos 40 anos, não sendo mais tão materialistas, começamos a procurar um caminho mais espiritual. Com este sabor nós sentimos o gosto verdadeiro. E sentimo-nos alegria e felicidade.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Não necessitamos de bifes e churrascos sangrentos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;E as cores também têm influencia na comida.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Parece que é mentira, mas a cor vermelha, por exemplo, ajuda o sangue.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A beterraba é muito boa para o sangue.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;São 5 cores e 5 sabores e 5 sentimentos, 5 características. Por exemplo, a canela é quente e doce.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;O gengibre por sua vez é picante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Cada sabor ajuda determinado órgão.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E desta forma, quando conhecemos a arte culinária, é muito proveitoso.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A macrobiótica hoje em dia é mundialmente conhecida, ela segue aquela linha mais natural, mais suave.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A pessoa que vive nesta linha, geralmente é uma pessoa mais tranqüila, calma.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;De certa forma, a nossa história de seres humanos pode ser dividida em raças que consomem carne demais e as que não o fazem. Filosofia de carnívoro.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Não é uma questão de religião, mas de se consumir muito a carne ou não.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;A raça que come carne fica extremamente agressiva, e sempre tem uma historia de guerra, agredindo e brigando com todo mundo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Isto é natural.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Pois vejam bem, é a própria alimentação que faz isso.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por isto, a alimentação dentro da história é muito importante.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu disse que os monges, em geral, no mosteiro são muito simples.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Mas, de certa forma, monges também comem muito.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Um leigo convidou alguns monges e disse para a esposa:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;“Prepare macarrão, porque monges gostam de macarrão, e por isto prepare-o para os monges que nos visitarão.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;A dona da casa fez um montão de macarrão e ofereceu. Os monges comeram tudo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quando comem macarrão e biscoito, os monges podem fazer barulho.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Comendo outras coisas, não.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas com macarrão podem. Eles comem assim:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;SHUISHI, SHUISH, SHUISH,&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;sem parar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Comeram tudo, tudo. Aí o marido ficou muito triste, porque sabia que monges gostavam de macarrão e que acabou faltando.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Então reclamou para sua senhora: “Eu te falei, faça muito macarrão para os monges.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;A dona da casa disse: “Eu fiz muito, muito, para cavalos até.” O dono da casa então disse:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;“Não, eu falei para monges, não para cavalos.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Monges comem mais que cavalos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Dizem que é por isto que boca de monge é como o fogão. Existe este ditado no Zen.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Porque o fogão aceita tudo e não há o que não queime.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Mas neste momento, o importante é não fazer diferença entre as madeiras de boa qualidade como o sândalo perfumado ou uma outra árvore de segunda; quando entra no&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;fogão, ele queima tudo. E transforma em energia. Recebe qualquer coisa, não reclama, mas come tudo e transforma em energia.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;E isto é filosofia.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;Por certo que não se trata somente de alimentação.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quando encontra dificuldades, problemas, igualmente as aceita, e estas dificuldades ele&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;as transforma em algo de positivo.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Quanto mais ele encontra dificuldades, mais cresce. No mundo, todos ficam reclamando, chorando, cheios de problemas. Estas pessoas se comparam a um fogão cheio de lenha, mas por onde não flui o ar; a fumaça entope e faz&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;     &lt;/span&gt;TOSS, TOSS, TOSS.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;    &lt;/span&gt;O fato é que isto acaba ocorrendo porque eles não sabem queimar.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Ficam reclamando, reclamando, e estão cheios de problemas. Existe esta expressão:&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;“A boca de monges é como um fogão.”&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;   &lt;/span&gt;Por que qualquer coisa que venha, ela queima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Tahoma; mso-ansi-language: PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-5434693984840585541?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/5434693984840585541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentacao-num-mosteiro-zen.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5434693984840585541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5434693984840585541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentacao-num-mosteiro-zen.html' title='Alimentação num Mosteiro Zen'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-2788013748010952738</id><published>2009-02-13T10:53:00.000-08:00</published><updated>2009-02-13T11:03:22.165-08:00</updated><title type='text'>Fast-food pode aumentar risco de Alzheimer</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Comida com gordura, açúcar e colesterol 'causou alteração cerebral em ratos'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo de alimentos do tipo fast-food pode elevar o risco do desenvolvimento do mal de Alzheimer, sugere um estudo sueco.&lt;br /&gt;Ratos de laboratório receberam uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol - representando o valor nutricional de lanches do tipo "fast food" - durante nove meses e desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença.&lt;br /&gt;"Ao examinar os cérebros destes ratos, nós descobrimos uma mudança química que não é diferente da encontrada no cérebro com Alzheimer", disse Susanne Akterin, do Centro de Pesquisa do Mal de Alzheimer do Instituto Karolinska, em Estocolmo.&lt;br /&gt;Os testes mostraram que os alimentos alteraram a formação de uma proteína chamada Tau, que forma nódulos no cérebro de pacientes com Alzheimer, que impedem o funcionamento normal das células, fazendo com que elas morram.&lt;br /&gt;Akterin e sua equipe notaram ainda que o colesterol em alimentos reduziu os níveis de outra substância no cérebro, Arc, que é uma proteína ligada ao armazenamento de memórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós suspeitamos que um alto consumo de gordura e colesterol, em combinação com fatores genéticos (...) podem afetar de maneira adversa várias substâncias no cérebro, que podem ser um fator que contribui para o desenvolvimento de Alzheimer", afirmou Akterin.&lt;br /&gt;A pesquisadora disse que "os resultados dão alguma indicação de como o mal de Alzheimer pode ser prevenido, mas são necessárias mais pesquisas neste campo antes que se possa fazer um aconselhamento apropriado ao público".&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-2788013748010952738?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/2788013748010952738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/fast-food-pode-aumentar-risco-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2788013748010952738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/2788013748010952738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/fast-food-pode-aumentar-risco-de.html' title='Fast-food pode aumentar risco de Alzheimer'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-299586081925745277</id><published>2009-02-11T06:03:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T06:04:29.745-08:00</updated><title type='text'>Alimentos diet e light</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o termo diet pode ser usados em dois tipos de alimentos:&lt;br /&gt;1. Nos alimentos para dietas com restrição de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio);&lt;br /&gt;2. Nos alimentos para dietas com ingestão controlada de alimentos (para controle de peso ou de açúcares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que quer dizer ingestão controlada ou restrição de nutrientes?&lt;br /&gt;Os alimentos para dietas controladas não podem ter a adição de nutriente. Assim, alimentos para ingestão controlada de açúcar não pode haver inclusão desse nutriente sendo permitida a existência do açúcar natural do alimento como, por exemplo, a geléia diet que tem como açúcar natural a frutose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alimentos restritos em carboidratos (pão, chocolate, bala diet) ou gorduras (iogurte desnatado 0% de gordura) podem conter, no máximo, a adição de 0,5 gramas do nutriente por 100 gramas ou 100 mL do produto. Já, os alimentos restritos em proteínas devem ser isentos desse nutriente. Como, a quantidade permitida nos alimentos com restrição de carboidratos e gorduras é muito pequena, é comum a definição de alimento diet sendo o produto isento de um nutriente específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que fique claro que nem todos os alimentos diet apresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e portanto, devem ser evitados pelas pessoas que querem emagrecer. Um exemplo clássico é o chocolate diet que apresenta teor calórico próximo do chocolate normal; é indicado para as pessoas diabéticas pois é isento (restrito) em açúcar (carboidrato), mas não para as que desejam reduzir de peso já que no chocolate diet há uma maior adição de gordura o que faz com que o seu valor calórico se aproxime do chocolate normal. Por outro lado, com a retirada de um nutriente, o alimento pode vir a apresentar uma diminuição de calorias mas, nesse caso, é preciso verificar se a redução justifica a substituição do alimento convencional pelo diet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimento Light&lt;br /&gt;A definição de alimento light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional. Para que ocorra a redução de calorias é necessário que haja a diminuição no teor de algum nutriente energético (carboidrato, gordura e proteína). Assim, a redução de um nutriente não energético, por exemplo, sódio (sal light) não interfere na quantidade de calorias do alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa maneira, a primeira diferença entre o alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente. Enquanto que o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional. A segunda diferença, é conseqüência da primeira: o alimento light não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de doença (diabetes, colesterol elevado, celíacos, fenilcetonúricos). Se, o alimento light apresentar eliminação do nutriente, por exemplo, açúcar (refrigerante light), poderá ser consumido pelos diabéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a quantidade do alimento consumido não deve ser aumentada por se tratar de um alimento que apresenta baixas calorias. Freqüentemente, ocorre o erro que ingerir o dobro do habitual por ser um alimento diet ou light mas, dificilmente, há a redução de 50% das calorias nesses alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confusão é fácil de acontecer, por isso, ler os rótulos dos produtos light e diet e compará-los com o alimento convencional é importante para verificar se eles atendem as suas necessidades. Fique sempre atento na hora da compra pois, como esses alimentos são mais caros do que os convencionais, você poderá estar gastando mais por um alimento que não precisa ser substituído.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-299586081925745277?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/299586081925745277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentos-diet-e-light.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/299586081925745277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/299586081925745277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/alimentos-diet-e-light.html' title='Alimentos diet e light'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-7512545941450880935</id><published>2009-02-11T06:01:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T06:03:00.222-08:00</updated><title type='text'>Algas</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;As algas - os legumes do mar&lt;br /&gt;Seguramente que já ouviu falar das algas como alimento e é possível que até já tenha tido a coragem e curiosidade de as experimentar numa visita a um restaurante chinês, japonês ou macrobiótico. Pode até ter gostado bastante da experiência mas pensar que estes alimentos são por demais exóticos para utilizar no dia a dia e como tal fazem parte de um grupo especial de produtos que se utilizam em períodos excepcionais para aumentar a cultura gastronómica ou para nos divertirmos.&lt;br /&gt;Ou, acha que gostaria de as utilizar com regularidade mas não sabe onde as comprar e muito menos como as cozinhar; para além disso não tem a mínima ideia de que algas deve escolher, uma vez que há tantas variedade diferentes.&lt;br /&gt;Pois bem, neste artigo vou tentar elucidá-lo sobre estes preciosos alimentos e dar-lhe algumas dicas de como os utilizar.&lt;br /&gt;As algas são literalmente vegetais marinhos (da mesma forma que as cenouras ou os brócolos são vegetais terrestres) e são utilizadas há séculos como alimento por povos como os chineses, japoneses, escoceses, irlandeses, islandeses, escandinavos, alemães, assim como pelos índios da América Latina que as utilizavam como medicamento para diferentes males.&lt;br /&gt;Os vegetais marinhos têm uma riqueza enorme em minerais, particularmente cálcio (são muito mais ricas em cálcio do que os produtos lácteos) e em oligoelementos como cobre, zinco, estrôncio, cobalto, níquel, molibdénio, chumbo, estanho, vanádio, bromo, prata, crómio, bário, lítio, bismuto; o seu teor em proteínas é também bastante elevado assim como o teor em hidratos de carbono e vitaminas, possuindo algumas das algas quantidades assinaláveis de vitamina B12 que geralmente se considera só existir em produtos animais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Se ficou impressionado com o valor nutricional destes alimentos, fique também a saber que as algas, quando bem confeccionadas, são extraordinariamente saborosas e enriquecem grandemente uma refeição. Num país como Portugal, podemos comer algas regularmente uma vez que somos banhados por uma extensa costa e da mesma forma que ingerimos bastante peixe devíamos ingerir o seu companheiro de habitat - as algas marinhas.&lt;br /&gt;Quando comprar algas, as melhores disponíveis no mercado português são as japonesas ou as da costa da Bretanha, uma vez que são recolhidas ou cultivadas em mares pouco poluídos (costa bretã e região norte do Japão - ilha Hokaido).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;As mais utilizadas são:&lt;br /&gt;Wakame - de sabor suave, as wakame são principalmente utilizadas em sopas ou confeccionadas em conjunto com os vegetais. Deve demolhá-las durante cerca de 20 minutos e o tempo de confecção é de 15, 20 minutos.&lt;br /&gt;Kombu - excelentes para cozinhar em conjunto com as leguminosas (tornam-nas muito mais macias e digeríveis, evitando a formação de gases intestinais) ou com os vegetais devem também ser demolhadas e demoram mais tempo a cozinhar do que as wakame (30 a 45 minutos ou mais).&lt;br /&gt;Nori - muito em moda actualmente, uma vez que é com esta alga que se faz o famoso sushi, a nori prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comê-la directamente (tem um sabor agradável a peixe) ou parti-la aos pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões.&lt;br /&gt;Aramé - alga muito fina que se cozinha com os vegetais, excelente para os órgãos reprodutores femininos (mas também boa para os homens); deve demolhar cerca de 15 minutos e cozinha durante mais ou menos meia hora (ou mais).&lt;br /&gt;Hiziki - textura semelhante à aramé, mas mais espessa e com um sabor a mar muito mais forte, a alga hiziki tem uma quantidade enorme de cálcio (ver tabela); cozinha como a aramé.&lt;br /&gt;Agar-agar - em flocos ou barra, a agar-agar prepara fantásticas gelatinas de fruta ou de vegetais; excelente para obstipação e para ajudar a perder peso; deve demolhá-la poucos minutos e cozinhar até que a alga se dissolva; deixe depois solidificar e obtém uma gelatina excelente.&lt;br /&gt;Estas são as principais algas utilizadas - pode também experimentar outras, menos conhecidas e um pouco mais exóticas como a dulse, mekabu, ou alface do mar.&lt;br /&gt;Sugiro-lhe que vá consultando as receitas apresentadas na XIS onde pode aprender como melhor utilizar este extraordinário alimento natural.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;fonte: Francisco Varatojo (Inst. macrobiótico de Portugal)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-7512545941450880935?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/7512545941450880935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/algas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7512545941450880935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/7512545941450880935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/algas.html' title='Algas'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-6784687327522833956</id><published>2009-02-11T02:27:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T02:31:02.496-08:00</updated><title type='text'>Beber água demais faz mal à saúde</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Água para matar a sede, para melhorar a saúde e para emagrecer. Todos esses conceitos populares ajudam a pensar que quanto mais água bebemos melhor. Mas os cientistas dizem que a antiga fórmula está errada.&lt;br /&gt;Um recente estudo hispano-americano indica que o consumo excessivo de água até prejudica a saúde. Segundo o Centro Superior de Investigações Científicas da Espanha e o Instituto de Medicina dos Estados Unidos, "há recomendações para a quantidade diária que o corpo necessita, mas afirmar que um ser humano requer oito copos de água por dia como regra geral não tem nenhuma base científica", explicou o diretor do comitê espanhol, Alberto Casteller.&lt;br /&gt;O estudo indica que, em média, uma mulher deve ingerir diariamente uns 2,7 litros e um homem cerca de 3,7 litros। Mas nessa contagem entram todos os tipos de bebidas e até alimentos que contém água. O restante sobra. Para cada caso é preciso considerar a temperatura ambiente, o tipo de atividade diária e se há prática de exercícios físicos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Sem emagrecimento&lt;br /&gt;Os cientistas confirmam muitos dos conhecidos benefícios da água - fortalecimento de pele, unhas e cabelos porque hidrata e permite a eliminação de toxinas. Mas certos mitos como o emagrecimento acabaram rechaçados.&lt;br /&gt;O estudo também alerta para o perigo dessa crença. Destaca o aumento dos casos de anorexia porque muitas pessoas estão ingerindo mais água em substituição a outros alimentos.&lt;br /&gt;"Essa moda está se transformando em um problema grave. Nosso corpo tem 70% do peso em água. Para uma pessoa normal beber água constantemente não tem muita transcendência, mas para certos casos pode ser um risco mortal. Para quem tem pouco peso, há uma tendência à intoxicação por água. A redução de sódio abaixo do limite provoca tremores, confusão, perda de memória e pode haver colapso e morte", explicou o cardiologista Juan José Rufilanchas, chefe de cirurgia da Clínica Ruber, de Madri.&lt;br /&gt;No processo de excesso de ingestão de água há uma reação anormal das células do cérebro. Como o líquido é mais do que o corpo está acostumado e necessita, os rins demoram mais tempo para filtrar.&lt;br /&gt;Até completar a absorção, as células se incham e podem levar a transtornos nervosos, coma e morte. Nos casos de anorexia que atingem entre 0,5% e 1% das mulheres de 14 a 25 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde, há trastornos psíquicos, infecções graves, inflamações intestinais. A recomendação é de consumir água mais 45 nutrientes presentes em alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Problemas cardíacos&lt;br /&gt;Quem tem problemas cardíacos corre o risco sofrer edemas por beber água demais. "Os doentes cardiovasculares precisam de diuréticos para evitar água e sal. Não tem sentido beber mais. Mas aumentam o consumo pela crença e modismo de que todos temos que beber mais água porque melhora a saúde. Veja que barbaridade", disse Rufilanchas.&lt;br /&gt;Os cientistas espanhóis e americanos usaram como exemplo a maratona de Boston de 2002 para confirmar o perigo do excesso de ingestão de água.&lt;br /&gt;Segundo o estudo, 488 atletas foram submetidos a um exame de sangue antes e depois da corrida. Dos que fizeram o teste e chegaram à meta à beira de um desmaio, cerca de 65% tinha baixo nível de sódio por ter bebido água demais.&lt;br /&gt;Médicos e cientistas, entretanto, ressaltam que água na medida certa é positiva. A falta de hidratação afeta o metabolismo. No caso de idosos, a porcentagem corporal cai até os 50% do peso e é responsável por problemas gastrointestinais, cardiovasculares, renais, ósseos, hematológicos e endocrinológicos.&lt;br /&gt;Sobre a quantidade diária a beber, recomendam "ouvir o corpo", beber quando a sede aparecer।&lt;br /&gt;Anelisa Infante - BBC Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-6784687327522833956?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/6784687327522833956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/agua-para-matar-sede-para-melhorar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/6784687327522833956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/6784687327522833956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/agua-para-matar-sede-para-melhorar.html' title='Beber água demais faz mal à saúde'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-8071458071493571979</id><published>2009-02-11T02:21:00.001-08:00</published><updated>2009-02-11T02:26:17.367-08:00</updated><title type='text'>Açúcar</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos, civilizações passadas, brilhantes exércitos não conheciam o famoso aditivo doce. O mel era usado eventualmente, mais como remédio. Este processo histórico prova que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o açúcar começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.&lt;br /&gt;O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que  aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual  devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.&lt;br /&gt;O corpo humano não necessita de açúcar branco. O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos. A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser “queimada”. Embora se diga que “açúcar é energia”, sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que “açúcar é superabundância de energia química  concentrada” e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a “estorvo” metabólico. Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele “rouba” os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida. Podemos dizer então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão. Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o “Sugar Blues”, considera-o como uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.&lt;br /&gt;O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra. Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia.&lt;br /&gt;Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e  adulterados. Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sanguínea.&lt;br /&gt;Hoje, ingerimos mais “energia” do que precisamos. Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.&lt;br /&gt;Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia – por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais.&lt;br /&gt;Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro “prazer”, ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar. Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Açúcar Branco Como Causa de Câncer e Doenças Modernas&lt;br /&gt;Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à  colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.&lt;br /&gt;Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.&lt;br /&gt;A incidência do câncer de mama pode variar  consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no  Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.&lt;br /&gt;Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos  países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.&lt;br /&gt;Os cientistas avançam uma explicação para as  propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes&lt;br /&gt;Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante. Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida. Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.&lt;br /&gt;O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado.&lt;br /&gt;A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em “cansaço” após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo.&lt;br /&gt;Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais  direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento  biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Açúcar Branco é Apontado Como Principal Causa da Diminuição da Resistência às Infecções, Subnutrição e Morte no Terceiro Mundo&lt;br /&gt;Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carenciais. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos. Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade). Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante.&lt;br /&gt;Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo. A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco o seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria.&lt;br /&gt;Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado “Handbook of Nutrition” encontramos a seguinte citação: “O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias”.&lt;br /&gt;Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro “Nutrition for life”, afirma o seguinte: O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele.”&lt;br /&gt;Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero। O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil... O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo”... Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais...  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar?&lt;br /&gt;É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades. Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química. Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm  a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de  desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas.&lt;br /&gt;No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica.&lt;br /&gt;Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes,  enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc.&lt;br /&gt;Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da  comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: “Ainda não conseguimos provar que  adoçantes sintéticos não produzem câncer”.&lt;br /&gt;Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir  enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.&lt;br /&gt;Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Márcio Bontempo&lt;br /&gt;Fonte:  Livro "Relatório Orion"&lt;br /&gt;(L&amp;amp;PM Editores - Edição: 1985)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-8071458071493571979?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/8071458071493571979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/acucar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8071458071493571979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/8071458071493571979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/acucar.html' title='Açúcar'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2415343357381947811.post-5189430537611124885</id><published>2009-02-11T02:16:00.000-08:00</published><updated>2009-02-11T02:17:35.891-08:00</updated><title type='text'>Macrobiotica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Para a vasta maioria das pessoas, a macrobiótica é um sistema alimentar, uma dieta restrita e pouco saborosa que pode ajudar a prevenir doenças ou, nalguns casos, tratá-las.Na realidade, a macrobiótica é muito mais do que uma simples dieta, é uma filosofia e um estilo de vida que tem como objetivo último ajudar a criar seres humanos mais íntegros, saudáveis e responsáveis e consequentemente uma sociedade mais pacífica e espiritualizada.A prática alimentar é de suma importância mas não o único fator desta filosofia e, apesar de relativamente simples nos seus princípios alimentares este regime é extraordinariamente versátil, saboroso e saudável.De filósofos gregos a escritores, historiadores e cientistas muitas pessoas no decurso da história humana professaram princípios quer filosóficos quer alimentares ou de saúde, semelhantes aqueles que atualmente chamamos de macrobiótica.No entanto, nos tempos modernos a palavra parece ter sido cunhada no séc. XVIII por um médico alemão chamado Christopher Von Hufeland, que foi o médico pessoal de Goethe e em 1796 escreveu o livro “Macrobiótica ou a Arte de Prolongar a Vida Humana”. Para este médico, que praticou na altura em que viveu uma forma invulgar de medicina, o segredo para uma vida saudável e longa era a cultivação apropriada da “Força da Vida” e existem inúmeros paralelos entre as recomendações de Von Hufeland e as recomendações macrobióticas dos tempos modernos.Um século antes no Japão, Ekken Kaibara (1630-1716), um ávido estudioso da natureza e dos princípios éticos e socais escreveu o livro Yojokun, traduzido com o nome Segredos Japoneses para uma Boa Saúde ; para Kaibara a saúde e a felicidade, tal como a doença e a infelicidade são a criação de cada um e algumas das suas muitas observações incluem: “Cada um tem a vida nas suas mãos”, “A doença nunca surge sem razão” ou “As calamidades advém daquilo que dizemos e a doença daquilo que colocamos na boca”.Kaibara foi não apenas um filósofo mas alguém que verdadeiramente praticou aquilo que ensinou: aos 83 anos ainda tinha todos os dentes e conseguia ler e escrever perfeitamente, sem o uso de óculos.A macrobiótica na sua vertente moderna, inicia-se no entanto no séc. XIX com um médico japonês, Sagen Ishizuka (1850-1910). Ishizuka foi treinado segundo os melhores princípios médicos da Europa e exerceu medicina como médico do exército até ter contraído uma doença renal incurável. Começou a estudar os clássicos de medicina oriental e curou-se rapidamente mudando de alimentação.A partir daí começou a fazer experiências consigo mesmo e chegou à conclusão que a alimentação era a causa principal de todas as doenças e de todos os problemas humanos particularmente, segundo ele, o desequilíbrio entre sódio (Na) e potássio (K) no regime alimentar. Ishizuka falava 4 ou 5 idiomas diferentes, estudou exaustivamente quase todas as áreas do conhecimento humano e foi famosíssimo no Japão. O legado de Sagen Ishizuka é verdadeiramente extraordinário, para alguém que viveu na sua era: conseguiu questionar com sucesso os princípios da medicina alopática e nutrição modernas; criou um sistema eficaz para a edificação de seres humanos mais sãos, sistema esse que era acima de tudo alimentado por um sonho de um mundo de paz.Ishizuka foi o criador da primeira organização macrobiótica mundial a que deu o nome de Shoku-Yo Kai.&lt;br /&gt;George Ohsawa (1893-1966), de seu verdadeiro nome Yukikazu Sakurazawa, foi a pessoa que assumiu a direcção da Shoku-Yo Kai uns quantos anos após a morte de Ishizuka Sagen e que, mais do que qualquer outro, contribuiu para a expansão da Macrobiótica no Japão, Europa e América.Ohsawa foi um pensador original, um escritor incansável, orador e activista social e foi ele que, após Von Hufeland, voltou a utilizar o nome macrobiótica quando em 1929 decidiu vir viver para a Europa, com o fim único de tornar a macrobiótica conhecida no Ocidente, particularmente pelos grandes intelectuais da época, de quem ele era um ávido leitor e admirador.&lt;br /&gt;Ohsawa foi um verdadeiro ativista político que escreveu cartas a quase todas as pessoas mais influentes no Mundo da época como Truman, Einstein ou Estaline, encontrou-se com Albert Schweitzer, médico e prémio Nobel da Paz, no Congo Belga, fez experiências com transmutações químicas e, na minha opinião, contribuiu grandemente para muitas das ideias sobre saúde natural, ecologia e ambiente, equilíbrio social, que hoje aceitamos de mão beijada.George Ohsawa morreu no Japão em 1966, após uma vida vivida com uma determinação e coragem extraordinárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ohsawa, o homem feliz é aquele que:&lt;br /&gt;1.tem uma vida sã e longa e se interessa por tudo&lt;br /&gt;2.não se preocupa com o dinheiro&lt;br /&gt;3.sabe instintivamente evitar os acidentes e as dificuldades que conduzem à morte prematura&lt;br /&gt;4.compreende ser o Universo ordenado em todos os seus níveis&lt;br /&gt;5.não sente o desejo de ser o primeiro, pois sabe que os primeiros se tornarão os últimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A macrobiótica é utilizada nos mosteiros Zen do Japão e é considerada a "cozinha que melhora o discernimento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não tiverdes a vontade de "vivere parvo" isto é, simplesmente e com o mínimo, não deves nem podeis curar-vos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2415343357381947811-5189430537611124885?l=macrobiotica-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/feeds/5189430537611124885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/macrobiotica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5189430537611124885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2415343357381947811/posts/default/5189430537611124885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://macrobiotica-br.blogspot.com/2009/02/macrobiotica.html' title='Macrobiotica'/><author><name>z</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09818861186799504468</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
